Mostrando postagens com marcador Paz mundial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paz mundial. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A Ideia de Um Mundo Unificado: Unicracia é um Sonho ou Perigo? Artigo das Nacões Continentais e Parlamentos Unicráticos.

 


CHESTER NEWS – ESPECIAL UNICRACIA (FILOSOFIA E MORAL) - Parte I.


Santos, 29 de Abril de 2026. República Federativa do Brasil. Continente Américas :.


🌍 A Ideia de Um Mundo Unificado: Sonho ou Perigo?


A ideia de um mundo unificado sempre ocupou um espaço delicado entre o fascínio e o receio. Em um planeta marcado por conflitos, desigualdades e disputas de poder, imaginar uma estrutura global capaz de coordenar a humanidade parece, para alguns, uma solução lógica. Para outros, no entanto, essa mesma ideia levanta temores sobre controle absoluto e perda de liberdade.

Esse dilema não é novo. Ao longo da história, projetos de grande escala política frequentemente despertaram suspeitas justamente por carregarem consigo o potencial de concentração extrema de poder. A questão central, portanto, não é apenas o que se propõe, mas como isso pode ser realizado na prática.


🏛️ Lições da História: O Peso da Megalomania

A desconfiança em relação a projetos de unificação global tem raízes profundas. Experiências históricas como o Império Romano, as conquistas de Gengis Khan e a expansão liderada por Napoleão Bonaparte mostram como a ambição por domínio pode ultrapassar limites éticos.

Nesses casos, a ideia de unir territórios não surgiu como um projeto coletivo de cooperação, mas como uma extensão do poder individual ou imperial. A unificação, nesses contextos, foi marcada pela imposição, pela guerra e pela ausência de escolha por parte dos povos envolvidos.

Essa herança histórica ajuda a explicar por que qualquer proposta de organização global ainda hoje é frequentemente associada a autoritarismo. No imaginário coletivo, unificar o mundo tornou-se sinônimo de dominá-lo.


🧠 O Erro de Julgamento: Ideia vs Execução

No entanto, há um equívoco recorrente nesse raciocínio. Julgar uma ideia exclusivamente com base em suas piores execuções históricas pode limitar a capacidade de reflexão sobre alternativas legítimas. Nem toda proposta de unificação precisa seguir o mesmo caminho dos impérios do passado.

A história condena, com razão, a imposição pela força e a concentração autoritária de poder. Mas isso não significa que a própria noção de união entre povos seja, por natureza, negativa. O problema, muitas vezes, esteve menos na ideia e mais na forma como ela foi aplicada.

Separar esses dois elementos — ideia e execução — é essencial para qualquer análise ética mais equilibrada.


📚 Unicracia: Uma Nova Interpretação da Unidade

É nesse ponto que a proposta apresentada no livro Unicracia, de Chester M. Pelegrini, se diferencia dos modelos históricos tradicionais. Em vez de um império global, a obra propõe uma estrutura baseada em cooperação e participação democrática entre as nações.

A chamada Unicracia não se fundamenta na imposição de um poder central absoluto, mas na construção gradual de uma união global legitimada pela escolha dos próprios países. Trata-se de uma tentativa de repensar a organização mundial sem recorrer aos mecanismos de coerção que marcaram o passado.

A proposta levanta, assim, uma questão relevante: seria possível alcançar um nível mais elevado de coordenação global sem sacrificar a liberdade e a diversidade das nações?


🇪🇺 Um Caminho Possível: A Experiência da Cooperação

Embora a ideia de um governo mundial ainda seja amplamente debatida, exemplos de integração política já demonstram que a cooperação entre países é viável. A União Europeia é um dos casos mais conhecidos desse tipo de organização.

Nesse modelo, países soberanos optaram por compartilhar decisões em áreas estratégicas, mantendo ao mesmo tempo suas identidades nacionais. Essa experiência mostra que a união não precisa ser imposta — ela pode ser construída com base em acordos, interesses comuns e processos democráticos.

Ainda que não seja perfeita, essa forma de integração sugere que a coordenação entre nações pode evoluir além da lógica puramente competitiva.


⚖️ O Critério Moral: Como a Ideia se Torna Boa ou Má

Diante dessas reflexões, torna-se possível estabelecer um critério mais claro para avaliar propostas como a Unicracia. O fator decisivo não está na grandeza da ideia em si, mas nos meios utilizados para realizá-la. A mesma proposta pode assumir características completamente distintas dependendo da sua execução.

Quando uma visão global é imposta pela força, ela tende a se transformar em autoritarismo. Quando, por outro lado, surge de processos livres, consensuais e democráticos, ela pode representar um avanço na organização da humanidade.

A diferença entre o bem e o mal, nesse contexto, não está na ambição de unir o mundo, mas na escolha entre coerção e liberdade.


🧭 Conclusão: Entre o Medo e a Possibilidade

O debate sobre a Unicracia não deve ser reduzido a uma simples oposição entre utopia e ameaça. Ele exige uma análise mais profunda, capaz de distinguir entre os erros do passado e as possibilidades do futuro. Rejeitar qualquer ideia de unificação global pode ser tão limitador quanto aceitá-la sem questionamentos.

Ao trazer essa reflexão, o livro propõe mais do que uma solução: convida à análise crítica sobre os caminhos da humanidade. Em um mundo cada vez mais interdependente, pensar em formas de cooperação ampliada pode deixar de ser apenas uma escolha teórica e se tornar uma necessidade prática.

No fim, a verdadeira questão talvez não seja se o mundo deve ou não se unir — mas de que forma essa união pode acontecer sem comprometer aquilo que nos torna livres.


                                      Adquira já seu exemplar digital na Amazon: Clique Aqui.

         Compre com desconto (promoção limitada) direto no Site da Editora Paradoxum: (Clique Aqui). 


                       Fig. 1 Sugestão de Futuras Nações Continentais Mundiais da Unicracia.


CHESTER NEWS – ESPECIAL UNICRACIA (Parte II)

Mapa das Nações Continentais do Século XXI sugerido no Livro Unicracia - 

(Atualizado em 2026).


Mapa das Nações Continentais do Século XXI:

                                                   Fig 2. Capitais e Jurisdições da Unicracia.
                      

Capital da Unicracia - Jerusalém - Israel - Distrito Federal Mundial :.

Primeiro Distrito: Estados Unidos das Américas - Capital Whashigton (Jurisdição: Americas e Groelândia)

Segundo Distrito: União Européia - Capital Bruxelas (Juridição Europeus)

Terceiro Distrito: Liga Árabe - Capital Arábia Saudita - Riad (Árabes) (Jurisdição Árabes/Islâmicos e Muçulmanos)

Quarto Distrito: União Africana - Adis Abeba, na Etiópia. (Jurisdição: África exceto Liga Árabe)

Quinto Distrito: Federação Russa - Capital Moscou (Jurisdição Rússia)

Sexto Distrito: República Popular da China - Capital Pequim (Jurisdição toda Ásia)

Sétimo Distrito: Japão - Capital Tóquio (Jurisdição Coréias do Norte, Sul e Ásia)

Oitavo Distrito: Austrália - Capital Sidney (Jurisdição Oceania). 

Nono Distrito: Índia - Capital Nova Deli (Jurisdição Índia e Sul da Ásia)



                           Fig 3. Conselho Tríplice da Unicracia (Global Harmony Alliance).

Conselho Tríplice de Segurança da Unicracia: 

(Sugestão no E-book Global Harmony Alliance): 

Estados Unidos das Américas - Presidência (Voto peso 1)

Federação Russa - Moderador (Voto de desempate "De Minerva").

República Popular da China - Vice-Presidência (Voto peso 1)

Outras sugestões veja o E-book de Chester M. Pellegrini: Global Harmony Alliance (Adquira já Clique Aqui).



 

🌍 Um Novo Mapa para um Novo Mundo

O século XXI trouxe consigo um nível de interdependência global sem precedentes. Economia, tecnologia, meio ambiente e segurança deixaram de ser questões locais para se tornarem desafios globais. Nesse cenário, a ideia de reorganizar o mundo em grandes blocos continentais surge não como fantasia política, mas como uma tentativa de adaptação à nova realidade internacional.

A proposta das chamadas “Nações Continentais” dialoga diretamente com essa transformação. Em vez de centenas de Estados atuando de forma fragmentada, o mundo passaria a se organizar em grandes uniões políticas e econômicas, capazes de coordenar ações em escala global sem necessariamente eliminar identidades culturais e nacionais.


🧭 Da Fragmentação à Integração

Historicamente, o sistema internacional foi marcado pela divisão e pela competição. Estados-nação operam, em grande parte, sob uma lógica de soberania isolada, o que frequentemente dificulta soluções conjuntas para problemas comuns. No entanto, experiências recentes mostram que essa lógica pode evoluir.

A União Europeia é um exemplo claro de que países distintos podem se integrar voluntariamente, compartilhando decisões estratégicas sem perder completamente sua autonomia. Esse modelo inspira a ideia de ampliar a integração para escalas ainda maiores.


🌎 A Proposta das Nações Continentais

Dentro da visão da Unicracia, o mundo poderia ser reorganizado em grandes blocos continentais, cada um representando uma união política baseada em cooperação e governança democrática. Nas Américas, por exemplo, surge a ideia de uma ampliação dos Estados Unidos em um modelo semelhante ao europeu, formando os chamados “Estados Unidos das Américas”.

Na Europa, a própria União Europeia serviria como base consolidada de integração. No mundo árabe, a Liga Árabe poderia representar um eixo de unidade cultural e política. Já na África, a União Africana teria um papel central, com a ressalva de uma organização complementar em relação ao bloco árabe.


🌏 Potências Continentais e Equilíbrio Global

Além das uniões regionais, algumas nações já operam, na prática, como potências continentais. Países como Rússia, China e Índia possuem dimensões territoriais, populacionais e geopolíticas que lhes conferem um papel estratégico natural nesse novo arranjo global.

Na Oceania, a Austrália surge como núcleo de uma possível nação continental, enquanto o Japão, mesmo fora de um bloco continental clássico, mantém relevância estratégica suficiente para ser considerado uma peça-chave no equilíbrio global.

Essa configuração sugere um mundo menos fragmentado, mas ainda plural, onde diferentes centros de poder coexistem sob uma lógica de cooperação.


⚖️ Entre Cooperação e Risco de Centralização

A reorganização do mundo em nações continentais levanta, inevitavelmente, questões críticas. A principal delas diz respeito ao risco de concentração de poder. Estruturas maiores podem facilitar a coordenação global, mas também podem ampliar o alcance de decisões equivocadas.

Por outro lado, quando essas uniões são construídas de forma democrática e voluntária, elas podem fortalecer a estabilidade internacional, reduzir conflitos e criar mecanismos mais eficazes de governança global. Mais uma vez, o ponto central não está no tamanho das estruturas, mas na forma como elas são organizadas e conduzidas.


🧠 A Lógica da Unicracia no Século XXI

A proposta das Nações Continentais se encaixa dentro de uma visão mais ampla defendida pela Unicracia: a de que a humanidade precisa evoluir suas estruturas políticas para acompanhar sua realidade interconectada. Em vez de um império global centralizado, a ideia aponta para uma rede de grandes uniões democráticas.

Esse modelo permitiria equilibrar unidade e diversidade, criando um sistema onde decisões globais podem ser tomadas com maior eficiência, sem eliminar completamente as particularidades regionais. Trata-se de uma tentativa de evitar tanto o caos da fragmentação quanto o risco do autoritarismo absoluto.


🧭 Conclusão: O Futuro da Organização Humana

Pensar o mundo em termos de nações continentais é, acima de tudo, um exercício de adaptação histórica. A forma como a humanidade se organiza politicamente nunca foi estática, e o século XXI pode representar mais uma grande transição nesse processo.

A proposta não está isenta de desafios, nem deve ser aceita sem reflexão crítica. No entanto, ela abre espaço para um debate necessário: como estruturar um mundo cada vez mais interdependente sem repetir os erros do passado.

Talvez o futuro não esteja na eliminação das nações, mas na sua transformação em algo maior, mais coordenado e, sobretudo, mais consciente de sua responsabilidade global.

                                           

CHESTER NEWS – ESPECIAL UNICRACIA

                     Figura 4. Parlamentos das Nações Continentais da Unicracia.

Democracia Global - Parte III.

🌍 Poder Global sem Ditadura: É Possível?

A ideia de um sistema político global costuma despertar uma reação imediata: o medo de um governo central autoritário. A associação entre poder global e ditadura é quase automática, alimentada por séculos de experiências históricas onde grandes estruturas de poder significaram controle, imposição e ausência de liberdade.

No entanto, a proposta da Unicracia segue um caminho diferente. Em vez de concentrar poder em uma única autoridade absoluta, ela sugere um modelo distribuído, onde a legitimidade das decisões depende de múltiplos níveis de aprovação democrática.


🏛️ Um Sistema Baseado em Parlamentos

No centro dessa proposta está a criação de parlamentos continentais e regionais, responsáveis por representar os interesses de suas respectivas populações. Esses parlamentos não funcionariam como meros órgãos simbólicos, mas como instâncias reais de poder e deliberação.

Cada distrito — como as Américas, Europa, África, Ásia e demais regiões — teria seu próprio parlamento, refletindo suas culturas, necessidades e prioridades. Isso garante que nenhuma decisão global ignore as particularidades locais.


⚖️ O Princípio Fundamental: Nenhuma Lei Sem Consenso Global

O ponto mais importante do modelo é simples, mas profundo: nenhuma lei de alcance global poderia ser imposta unilateralmente.

Para que uma norma tenha validade dentro da Unicracia, ela precisaria passar por um processo rigoroso. Primeiro, seria debatida e aprovada nos parlamentos das diferentes jurisdições continentais. Somente após esse consenso amplo, a proposta seguiria para uma instância superior.

Esse mecanismo impede a concentração de poder e cria uma barreira estrutural contra decisões autoritárias.


🌐 O Papel do Parlamento Mundial

Após a aprovação nos parlamentos regionais, as propostas seriam encaminhadas ao Parlamento Mundial, localizado em Jerusalém, em Israel.

Esse órgão funcionaria como a instância final de validação. No entanto, seu papel não seria o de impor decisões, mas sim de consolidar aquilo que já foi amplamente aceito pelos diferentes blocos do mundo.

Apenas leis e tratados com verdadeiro consenso internacional alcançariam esse nível, garantindo que decisões globais sejam, de fato, globais em sua legitimidade.


🧠 Democracia em Escala Planetária

O modelo proposto representa uma tentativa de expandir o conceito de democracia para além das fronteiras nacionais. Em vez de decisões isoladas por países, a governança passaria a ser construída de forma coletiva, respeitando tanto a diversidade quanto a necessidade de coordenação global.

Isso não elimina conflitos ou divergências, mas cria um sistema onde o diálogo se torna obrigatório. Nenhuma região poderia simplesmente impor sua vontade às demais sem passar pelo crivo democrático global.


⚠️ Desafios e Limites

Apesar de sua proposta estruturada, o modelo levanta questões importantes. Alcançar consenso entre diferentes culturas, sistemas políticos e interesses econômicos não é uma tarefa simples. O processo pode ser lento e, em alguns casos, travado por impasses.

Por outro lado, essa própria dificuldade pode ser vista como uma proteção. Sistemas que exigem amplo consenso tendem a evitar decisões precipitadas ou concentradas em poucos atores.


🧭 Conclusão: O Poder que Precisa Convencer, Não Impor

A proposta da Democracia Global na Unicracia redefine a lógica do poder. Em vez de um sistema que domina, surge a ideia de um sistema que precisa convencer. A autoridade não vem da força, mas do consenso.

Isso não significa ausência de poder, mas sim uma transformação na sua natureza. O poder deixa de ser vertical e passa a ser distribuído, condicionado à aceitação coletiva.

Se esse modelo é plenamente viável ainda é uma questão em aberto. Mas ele apresenta uma alternativa clara ao velho dilema entre desordem global e controle absoluto: um caminho onde governar o mundo não significa dominá-lo, mas coordená-lo com base na vontade comum.




CHESTER NEWS – ESPECIAL AZTERISMO

Azterismo: A Ideologia da Unicracia no Século XXI - Parte IV.

🌍 A Evolução da Unicracia: Do Sistema à Ideologia

Após a proposta estrutural apresentada pela Unicracia — um modelo de organização política global baseado em cooperação entre nações — surge agora um novo elemento essencial para sua consolidação: o Azterismo. Se a Unicracia representa a arquitetura institucional de um mundo unificado, o Azterismo surge como a ideologia que orienta seu funcionamento no século XXI.

Essa transição é natural em qualquer grande sistema político. Estruturas sem princípios tornam-se frágeis, enquanto ideologias sem aplicação prática permanecem abstratas. O Azterismo, nesse contexto, atua como o elo entre teoria e prática, oferecendo दिशा ética, tecnológica e social para a governança global.


🧠 Uma Ideologia de “A a Z”: O Conceito de Totalidade

O próprio nome Azterismo carrega seu princípio central: uma ideologia completa, pensada “de A a Z”. Isso significa não apenas propor mudanças pontuais, mas estruturar um sistema abrangente que envolva política, economia, tecnologia e comportamento social.

Diferente de ideologias tradicionais que focam em apenas um eixo — seja econômico ou político — o Azterismo busca integrar múltiplas dimensões da vida humana. A proposta não é substituir sistemas existentes de forma abrupta, mas evoluí-los para uma nova realidade global mais coordenada e consciente.


🤖 Tecnologia com Ética: O Pilar do Século XXI

No coração do Azterismo está a ideia de que a tecnologia deve servir à humanidade, e não o contrário. Em uma era dominada por dados e inteligência artificial, o desafio não é apenas inovar, mas garantir que essas inovações sejam utilizadas de forma justa e responsável.

Essa visão propõe um uso consciente da tecnologia como ferramenta de organização social, capaz de aumentar a transparência, melhorar decisões públicas e reduzir desigualdades. No entanto, ao contrário de modelos puramente tecnocráticos, o Azterismo insiste que toda tecnologia deve ser guiada por princípios éticos bem definidos.


⚖️ Entre Mérito e Justiça: Um Novo Equilíbrio Global

Um dos aspectos mais marcantes do Azterismo é sua tentativa de equilibrar meritocracia e justiça social. Em vez de tratar esses conceitos como opostos, a ideologia propõe uma síntese onde o mérito individual é valorizado sem ignorar as condições coletivas.

A lógica é simples, mas poderosa: o desenvolvimento individual deve contribuir para o progresso coletivo. Isso redefine a competição, transformando-a em um mecanismo de evolução social e não de exclusão.


📊 O Sistema de Score Social: Incentivo ou Controle?

Um dos pontos mais debatidos do Azterismo é a proposta de um sistema de score social, que busca incentivar comportamentos éticos e colaborativos. A ideia é criar uma sociedade onde ações positivas sejam reconhecidas e recompensadas de forma estruturada.

Experiências já observadas em países como a China mostram que esse tipo de sistema pode gerar preocupações legítimas sobre liberdade individual e privacidade. O Azterismo, no entanto, propõe uma abordagem diferente: transparente, participativa e orientada por princípios democráticos.

Ainda assim, o debate permanece aberto, reforçando a necessidade de equilíbrio entre inovação social e preservação de direitos fundamentais.


🌐 Governança Global: A Aplicação na Unicracia

Dentro da estrutura da Unicracia, o Azterismo encontra seu campo de aplicação prática. A ideologia orienta decisões, políticas públicas e relações entre as nações continentais, criando uma base comum para cooperação global.

Modelos existentes, como a União Europeia, demonstram que a integração entre diferentes países é possível quando há قواعد claras e objetivos compartilhados. O Azterismo amplia essa lógica para um nível global, adaptando-a às complexidades do século XXI.


🧩 Competição Ética: Redefinindo o Progresso

Outro elemento central da ideologia é a transformação da competição em um processo ético. Em vez de rivalidade destrutiva, o Azterismo propõe uma dinâmica onde competir significa melhorar, inovar e contribuir para o coletivo.

Essa mudança de mentalidade pode parecer sutil, mas tem implicações profundas. Ela redefine o próprio conceito de sucesso, afastando-o da lógica de dominação e aproximando-o de uma visão de desenvolvimento compartilhado.


⚠️ Desafios de uma Ideologia Global

Como toda proposta de grande escala, o Azterismo enfrenta desafios significativos. A implementação de um sistema global baseado em tecnologia, ética e participação exige níveis elevados de confiança institucional e maturidade política.

Além disso, a diversidade cultural do mundo impõe limites à padronização de valores e práticas. O que é considerado ético em uma região pode não ser em outra, exigindo flexibilidade e diálogo constante dentro do sistema.


🧭 Conclusão: A Ideologia que Dá Sentido ao Sistema

O Azterismo não surge como uma ruptura isolada, mas como a continuidade lógica da Unicracia. Ele fornece o conteúdo ideológico necessário para que a estrutura global proposta funcione de forma equilibrada e sustentável.

Se a Unicracia representa a forma, o Azterismo representa o conteúdo. Juntos, eles desenham uma visão de futuro onde tecnologia, ética e governança caminham lado a lado, buscando responder aos desafios de um mundo cada vez mais interdependente.

Mais do que uma teoria, o Azterismo propõe um novo paradigma: não apenas organizar o mundo, mas orientar seu desenvolvimento de forma consciente, justa e verdadeiramente global.


                    Fig. 5 Azterismo como nova ONU da Unicracia. Ideologia do Século XXI.

         Adquira já em primeira mão na Amazon o E-book da Ideologia do Século XXI e da Unicracia

                                              Azterismo (Ideologia de "A" a "Z") Clique Aqui.

                                                                                                                                                     :. Deus Sempre Provê.

terça-feira, 17 de junho de 2025

A New Hope for Global Peace: Proposal to Reform the UN Security Council Based on Nuclear Balance.


A New Hope for Global Peace: Proposal to Reform the UN Security Council Based on Nuclear Balance.

Chester NEWS – Global Strategy & Diplomacy


By Chester NEWS | June 2025.


In an age marked by rising tensions among the world’s leading powers—particularly concerning nuclear deterrence, proliferation, and arms control—it is time to reconsider the global governance structures inherited from the post-World War II era. Central among them is the United Nations Security Council (UNSC), whose current configuration reflects the geopolitical landscape of the mid-20th century rather than the nuclear reality of the 21st.


Faced with this historical deadlock, we propose a constructive and balanced solution: the creation of a new UN Security Council composed of the ten principal nuclear powers of the world—five aligned with each side of the current geopolitical divide.


A Nuclear Council for Peace


This proposal acknowledges a central truth: the ten leading nuclear nations are either directly or indirectly involved in nearly every major global conflict. These countries are:


Western and Allied Powers:


🇺🇸 United States


🇫🇷 France


🇬🇧 United Kingdom


🇮🇳 India


🇮🇱 Israel



Eastern and Allied Powers:


🇷🇺 Russia


🇨🇳 China


🇵🇰 Pakistan


🇰🇵 North Korea


🇮🇷 Iran



Bringing these nations together into a high-level deliberative council—tasked with addressing nuclear security, peaceful atomic energy, global disarmament paths, and multilateral deterrence frameworks—would mark a vital step toward restoring global trust. This new nuclear council would complement, not replace, the existing UNSC, functioning as a permanent and equal forum for direct dialogue among the world's most heavily armed states.


Strategic Advantages of the Proposal


1. Recognition of current nuclear realities – The UNSC’s structure, with only five permanent members with veto power, no longer reflects today’s broader distribution of nuclear capabilities.



2. Reduction of mistrust – By establishing parity and dialogue among adversaries, mutual guarantees and protocols of non-aggression become achievable.



3. A new architecture of peace – The council could lay the foundation for an annual, evolving Atomic Peace Treaty, adjusted as technology and geopolitics evolve.



4. Prevention of catastrophe – Transparency among nuclear powers would significantly reduce the risks of miscalculation or unintended escalation.




A Call to Humanity


By formally recognizing the “nuclear ten,” the international community has the opportunity to shift from a mindset of domination to one of shared responsibility. Peaceful coexistence is not possible without courageous diplomacy and the humility to admit that, in nuclear war, there are no winners.


The 21st century demands new diplomatic tools—not closed blocs, but open bridges. Not ideological walls, but cooperative channels to protect future generations from the specter of annihilation.


Uma Nova Esperança para a Paz Mundial: Proposta de Reforma do Conselho de Segurança da ONU com Base no Equilíbrio Nuclear


Chester NEWS – Estratégia & Diplomacia Global


Por Chester NEWS | Junho de 2025


Em um momento de crescente tensão entre as principais potências globais, especialmente no que diz respeito ao controle, dissuasão e possível proliferação de armas nucleares, torna-se imperativo repensar os mecanismos de governança internacional criados no pós-Segunda Guerra Mundial. Um dos pilares desse sistema é o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), cuja estrutura atual reflete os interesses geopolíticos de meados do século XX — e não necessariamente a realidade multipolar e nuclear do século XXI.


Diante desse impasse histórico, apresentamos aqui uma proposta que visa restaurar o diálogo, promover o equilíbrio e renovar a esperança de paz: a criação de um novo Conselho de Segurança da ONU composto pelas dez principais potências nucleares do planeta — cinco de cada lado do espectro geopolítico atual.


Um Conselho Nuclear de Paz


A proposta parte do reconhecimento de que as dez maiores potências nucleares do mundo estão diretamente envolvidas — de forma oficial ou tácita — em todos os grandes tabuleiros geopolíticos. Estes países são:


Ocidente e Aliados:


🇺🇸 Estados Unidos


🇫🇷 França


🇬🇧 Reino Unido


🇮🇳 Índia


🇮🇱 Israel



Oriente e Aliados:


🇷🇺 Rússia


🇨🇳 China


🇵🇰 Paquistão


🇰🇵 Coreia do Norte


🇮🇷 Irã



Reunir essas nações em um conselho deliberativo de alto nível, com o objetivo de dialogar abertamente sobre segurança global, proliferação nuclear, uso pacífico da energia atômica e mecanismos multilaterais de dissuasão, representa um avanço simbólico e prático na reconstrução da confiança mútua. Diferente do atual CSNU, esse novo conselho nuclear não substituiria, mas complementaria a estrutura da ONU, funcionando como um fórum permanente e paritário de diálogo entre as potências mais armadas do planeta.


Vantagens Estratégicas da Proposta


1. Reconhecimento da realidade nuclear atual – A estrutura do CSNU, com apenas cinco membros permanentes com poder de veto, não reflete a verdadeira distribuição de capacidade atômica global.



2. Redução da desconfiança – Ao sentar-se à mesma mesa, na condição de iguais, líderes de países adversários podem trabalhar por garantias mútuas e protocolos de não-agressão.



3. Nova arquitetura de paz – Este novo conselho poderia dar origem a um Tratado de Paz Atômica, revisto anualmente e atualizado conforme os avanços tecnológicos e os acordos regionais.



4. Prevenção de catástrofes – A transparência entre as potências nucleares reduziria o risco de erros de cálculo ou escaladas não intencionais de conflitos.




Um Apelo à Humanidade


Ao reconhecer formalmente os dez membros do “clube nuclear”, a comunidade internacional pode substituir a lógica da dominação pela lógica da responsabilidade compartilhada. A coexistência pacífica só será possível se houver coragem para o diálogo e humildade para reconhecer que, diante da destruição nuclear, não há vencedores.


O século XXI exige novas ferramentas diplomáticas. Não mais blocos fechados, mas pontes abertas. Não mais barreiras ideológicas intransponíveis, mas canais de cooperação que garantam às futuras gerações um mundo livre do espectro da guerra total.


Esta proposta é, acima de tudo, um convite. Um convite à reflexão, à união e à esperança. Porque a paz mundial não será construída com novas armas, mas com novas atitudes.



This proposal is, above all, an invitation. An invitation to reflection, unity, and hope. For global peace will not be built with new weapons—but with new attitudes.



quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Não leia a Encíclica do Papa Francisco. Se por acaso a ler, sua visão de mundo nunca mais será a mesma!

 Artigo ChesterNEWS - Especial Religiões – Encíclica do Papa (Carta aberta à humanidade) Fratelli Tutti (Somos todos irmãos): 

Melhor encíclica do Século XXI. 

Percursora de uma possível Nova Era de Paz Mundial.





(Artigo Especial ChesterNEWS - Artigos de altos assuntos estratégicos nacionais e internacionais)[1].

 

Como o Papa Francisco está se tornando cada vez mais um artífice da Paz que o próprio Jesus Cristo nos deixou. Genialidade do Papa na interpretação dos ensinamentos de Jesus Cristo impressiona até mesmo “ditos” especialistas em teologia cristã. Papa Francisco não interpreta com a razão, mas com a alma/espírito. Resgate do verdadeiro cristianismo primitivo raiz.

  

Escrito por Chester Martins Pelegrini.

Editor Chefe do Blog independente de assuntos estratégicos Chester NEWS[1]

Para quem não tem tempo de ler a novíssima Encíclica do Papa Francisco, irei deixar minhas impressões, ótimas por sinal.

 

Para quem não conhece, encíclica é uma espécie de Carta Oficial do Vaticano com diretrizes gerais em relação a postura estratégica da própria Igreja, do Papa Francisco, explicações de suas intenções e objetivos que a Igreja pretende alcançar no mundo profano. São documentos muito importantes carregados todos de um simbolismo excepcional. São cartas grandes, com caráter oficial, é como se a Igreja falasse através do Papa para o mundo inteiro.

 

Esta Encíclica chamada de “Fratelli Tutti” (somos todos irmãos), cumpre exatamente este objetivo.

 

Ela tem como estrutura básica o belíssimo ensinamento de Jesus Cristo na conhecida Parábola do Bom Samaritano. Nesta Parábola para quem não conhece, alguém pergunta a Jesus Cristo:

 

“- Mestre quem é o nosso próximo?”

 

Eu como judeu, e Jesus Cristo a época como judeu, sabia que naquele tempo, o judaísmo considerava o “próximo” apenas aqueles que eram realmente próximos, ou seja, os irmãos eram os próprios judeus.

 

Como o judaísmo tinha 3 componentes que hoje no mundo moderno estão mais separados, ser judeu ainda hoje tem um componente muito forte étnico (para ser judeu é preciso nascer de mãe judia pelas leis Haláchicas, ou seja, dos ortodoxos judeus, rabinato oficial), um componente religioso, ou seja, ser judeu, não basta somente nascer judeu, mas seguir a Torá (antigo testamento, Lei de Moisés) e cumprir mais de 600 mandamentos e agora com a refundação de Israel, ser “Israelita” assim como na época de Jesus, ser judeu israelense também é pertencer a uma nação específica. Desta forma “amar o próximo” na época de Jesus Cristo era algo muito restrito a amar alguém da mesma etnia, nação e religião (tudo simultaneamente).

 

Mas o que isto tem a ver com a Encíclica do Papa? Tem a ver que o contexto da explicação de Jesus na Parábola do Bom Samaritano, renova todo este conceito de amar o próximo que era vigente na antiguidade.

 

Nesta Parábola Jesus conta um personagem que estava em viagem a Jerusalém e é espancado por bandidos (salteadores). Fica no chão quase morto. Ou seja, uma pessoa que necessita de ajuda de um “estranho” ou pode falecer a qualquer momento.

 

Nisto Jesus conta que passava um Levita (religioso judaico da época, tribo de Levi são os responsáveis por guardar a religião judaica entre a posteridade judaica), ele olha o peregrino caído no chão e finge que não é com ele e continua andando.

 

Depois passa um homem rico, que também ignora e não faz nada.

 

Contudo passa um homem simples, samaritano que resolve ajudar. É muito interessante Jesus falar que era um samaritano, para entendermos o contexto maior do ensinamento de Cristo.

 

A Samaria era uma região que era quase inimiga de Israel e de Judá, eles eram execrados pela sociedade judaica, não podiam nem sentar e beber água juntos de tanto ódio. Semelhante ao ódio atual entre judeus e muçulmanos.

 

O Samaritano, pega coloca o homem quase morto num burrinho, leva a uma estalagem (espécie de armazém da antiguidade, que tinham mantimentos, remédios, como se fosse um entreposto, mistura de hotel, hospital e supermercado da atualidade).

 

Deixou umas moedas ao dono da estalagem, e disse:

 “ - Cura por favor a ferida deste homem, e o que você gastar a mais para recuperá-lo pagá-lo-ei daqui dois dias quando eu voltar”.

 

Ou seja, ele não era rico, não tinha um cargo religioso, e mesmo assim decidiu ajudar um estranho em perigo de morte, e ainda mais era um samaritano ajudando um judeu.

 

Aí Rabi Jesus pergunta no final de sua explicação aos discípulos: 

“- Quem vocês acham que é o mais próximo daquele que estava em perigo de morte na estrada abandonado a própria sorte?”

 

Sendo que um dos discípulos ou um que estava perto respondeu: 


“- Foi aquele que teve mais misericórdia de seu irmão e o ajudou sem esperar nada em troca”.


Em primeiro lugar, eu sigo o judaísmo, mas estudo teologia cristã e islâmica, pois admiro muito os ensinamentos das religiões Abrahamicas. Considero esta Parábola de Jesus Cristo uma das mais bonitas, relevantes e esclarecedoras de toda a Bíblia Cristã.

 

O Papa Francisco discorre toda sua Encíclica citando várias vezes esta Parábola em diversos contextos. De que irmãos, não são somente e restritamente os outros grupos cristãos, irmãos são os judeus (pois cita que o holocausto nunca mais deve ocorrer, que chama de Soah, termo em hebraico para o holocausto) e cita várias vezes o irmão líder islâmico (Grande Imã Ahmad Al-Tayyeb) que fez um encontro pela paz entre o cristianismo, islamismo, judaísmo e diversas outras religiões em Abu Dhabi em 2019.

 

Ou seja, Papa através desta Encíclica, tenta resgatar a origem do Cristianismo, na verdade os ensinamentos de Jesus, quando na verdade nem existiam ainda seguidores chamados de cristãos.

 

Jesus declara abertamente nesta parábola, que não importa suas crenças religiosos e seu posto, cargo ou função religiosa, eclesiástica ou espiritual (O religioso judaico passou por outro judeu e não fez nada), não importa seu status social e riqueza (o rico passou pelo “estranho” e nada fez), e não importa sua nacionalidade ou onde nasceu (o que ajudou nem era rico, nem religioso, nem judeu, mas samaritano (nação inimiga) e mesmo assim agiu com misericórdia para com o próximo.

 

Muitos acreditam que o Papa Francisco ao respeitar os judeus e islâmicos, estaria na verdade agindo como se fosse politicamente correto, ou ainda fosse a favor de alguma conspiração mundial para trazer a falsa paz mundial.

 

Na verdade parece que o Papa Francisco é o primeiro Papa desde a fundação da Igreja que realmente entende os significados mais profundos dos ensinamentos de Jesus o Cristo – Messias.

 

Nesta Encíclica a melhor e mais profunda do Século XXI, o Papa Francisco lava a alma da Igreja em relação aos erros históricos cometidos pela própria Igreja, inclusive em nome de Jesus Cristo.

 

O Papa não está querendo fazer média com ninguém, a diferença é que o Papa Francisco realmente entende perfeitamente os ensinamentos originais de Cristo, Jesus.

 

Porque esta encíclica é tão especial? É simples, quem já leu outras, sabe como os Papas anteriores eram fechados na própria Igreja, não consideravam irmãos nem os outros cristãos da cristandade (exemplo, protestantes, ortodoxos entre outros), quem dirá ainda os judeus e islâmicos!

 

Esta Encíclica do Papa é um convite a verdadeira paz, ao verdadeiro cristianismo raiz, onde Jesus, tem mais a intenção de trazer a verdade do Pai (Deus Único), mostrando na verdade que nem veio fundar uma nova religião, nem destruir as antigas, veio na verdade cumprir as palavras dos antigos profetas.

 

Em vários discursos, o Papa fala muito da expressão “criar pontes, destruir muros”. Realmente este era o objetivo inicial de Jesus. Não é citado nesta Encíclica particularmente, mas em outras passagens Jesus deixa claro, que o Deus dos judeus e gentios (no contexto eram os romanos e pagãos) é o mesmo, de homens e mulheres, de escravos e libertos, ou seja, temos um único Pai Celestial, judeus, cristãos, islâmicos e todos os outros, independentes de onde nasceram, de seu status, todos nós somos irmãos. E ponto final.

 

É este o espírito\essência desta Encíclica, mostrar a humanidade que os ensinamentos de Jesus não vieram criar fronteiras, muros religiosos, muros entre etnias, muros entre crenças políticas e ideológicas, pelo contrário veio expandir nossa visão espiritual e religiosa.

 

Temos sempre a “tentação\fraqueza\tendência” de acreditar que nossos próximos, são somente nossa família, esposa, amigos próximos, conhecidos e pessoas queridas, da mesma cidade, Estado, nação, religião, crença política, ideológica, gostos, hobbies, classe social, e assim por diante.

 

Na verdade, a Parábola do Bom Samaritano, quem a sabe ver com os olhos do espírito, assim como fez o Papa Francisco de forma magistral, compreende que o amor de Deus, e ao próximo resume toda a Lei de Deus na prática.

 

Estudar religiões é importante, estudar valores morais, estudar história e vários outros ensinamentos são essenciais. Mas a Parábola do Bom Samaritano, vem mostrar que para Jesus e para Deus, realmente ele não está de fato nem aí para suas preferências pessoais, não importa seu nível de conhecimento, grau, status, diplomas, cargos oficiais, prestígio, etc....

 

O que Deus olha de fato, e nós seremos julgados de fato (para os que acreditam na existência de Deus) serão pelas nossas ações ou omissões em fazer o bem ou o mal ao próximo, independente de nacionalidade. Deus ao requisitar nossa alma após a nossa morte, não irá fazer um questionário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), perguntando sua cor, religião, renda, preferência política, etc...

 

O que irá “pesar” ou ficar “leve” em nosso fardo espiritual, será o bem e o mal que fizermos. E não foi o Papa que inventou isto por ser politicamente correto, ou por querer que todos se unam, numa espécie de “Nova Era de Aquário”.

 

Foi o próprio Mestre Jesus, O Cristo Messias (para os que acreditam em suas palavras e as praticam), pois em outra parábola do próprio Rabi Judeu-Essênio disse:  


“ - Estudar os meus ensinamentos e não os praticar, é melhor que nem tivesse tido conhecimento, porque o peso será grande aos que fizerem isto”.

 

Em um dos trechos da encíclica Papa Francisco deixa claro que a Paz e Fraternidade não podem ser meros atos simbólicos, ou passageiros, mas uma busca incessante pela paz e irmandade, como podemos ver no trecho abaixo, Item 5. logo no início da Encíclica:

 

5. As questões relacionadas com a fraternidade e a amizade social sempre estiveram entre as minhas preocupações. A elas me referi repetidamente nos últimos anos e em vários lugares. Nesta encíclica, quis reunir muitas dessas intervenções, situando-as num contexto mais amplo de reflexão. Além disso, se na redação da Laudato si’ tive uma fonte de inspiração no meu irmão Bartolomeu, o Patriarca ortodoxo que propunha com grande vigor o cuidado da criação, agora senti-me especialmente estimulado pelo Grande Imã Ahmad Al-Tayyeb, com quem me encontrei, em Abu Dhabi, para lembrar que Deus «criou todos os seres humanos iguais nos direitos, nos deveres e na dignidade, e os chamou a conviver entre si como irmãos».[5] Não se tratou de mero ato diplomático, mas duma reflexão feita em diálogo e dum compromisso conjunto. Esta encíclica reúne e desenvolve grandes temas expostos naquele documento que assinamos juntos. E aqui, na minha linguagem própria, acolhi também numerosas cartas e documentos com reflexões que recebi de tantas pessoas e grupos de todo o mundo.[1]

 

Esta Encíclica do Papa Francisco, de tão genial, clara e objetiva, além de tocar em nossos corações e almas, mostra com clareza o que Jesus Cristo queria dizer e depois que obtemos esta luz, fica difícil ou quase impossível voltar as "trevas" anteriores. O Papa Francisco ao escrever esta maravilhosa Encíclica, realmente está a serviço de Jesus, independentemente do cargo que ocupa de fato.

 

Se você não quer amar os irmãos, independentemente de crenças religiosas/espirituais, políticas, de nação, status social ou econômico, faço uma dica: Não leia a Encíclica do Papa Francisco Fratelli Tutti (somos todos irmãos)! Pois se você a ler e de fato a compreender, dificilmente sua visão de mundo será a mesma de anteriormente.


Leia a Encíclica na Íntegra (em Português)site do Vaticano (Clique aqui)

(Obs: O Documento é bem extenso, eu leio rápido, mesmo assim demorei 3 dias para ler ele por completo. Encíclicas costumam ser documentos oficiais bem extensos).


                                  Comentários deste artigo no Canal Chester NEWS (Youtube):                                                                                                                 Parte I

                                                                       Parte II (Final)

__________________________________________________________________________[1] Chester Martins Pelegrini. Graduado em Direito (Unoeste-2009) e pós-graduado em Direito Tributário (Instituto LFG-2012). Atualmente estuda uma Pós-Graduação em Relações internacionais (Faculdade Damásio/Devry 2018-2021 atualmente trancada devido a Pandemia de Sars-Cov-2). Natural da cidade de Santos, Estado de São Paulo e tem como cidade do coração Presidente Prudente e Rancharia, cidades do interior de SP, Região do Extremo-Oeste do Estado de SP.

 

Chester Martins Pelegrini é escritor, pesquisador independente e criador e implementador de inovações tecnológicas da área de Engenharia da Informação (Startups baseadas em propriedades intelectuais concedidas pelos órgãos competentes: Patentes e Direitos Autorais). É descendente de judeus-portugueses, italianos e ingleses. 

 

Na esfera espiritual acredita em Deus de Abrahão (Pai Celestial, Grande Arquiteto do Universo, Origem Suprema de todas as criaturas e coisas) e segue um conjunto de crenças próprias e elementos de várias tradições religiosas (Deus de Abraão - abrahâmico) e segue alguns preceitos do Judaísmo, (Shabat), Cristianismo (amor ao próximo, segue a Igreja de Jesus Cristo Santo dos Últimos Dias aos domingos e aos dias da semana frequenta as missas católicas da vertente dos Franciscanos), Islamismo (luta interna contra o mal presente em nós mesmos), Espiritismo-cristão (passes, consultas espirituais, vida eterna entre outros conceitos kardecistas e de mesa branca) e Baha-í (religião persa que prega a paz mundial e que os diversos profetas trouxeram mensagens do mesmo Deus).

 

Como acredita que o Deus de Abraão é um só (chamado pelos maçons de Grande Arquiteto do Universo), não vê problema em aceitar diversos ensinamentos de diversos profetas ainda que as religiões apresentem várias contradições entre si. O autor não acredita em nenhuma espécie de milagres.

 

Na opinião e crença pessoal de Chester todos os Templos: Sinagogas, Igrejas, Mesquitas, Centros espíritas e qualquer reunião de pessoas em oração e busca pelo sagrado recebem a mesma luz do mesmo Único e Sagrado Senhor Deus para povos e nações com diferentes gostos, culturas, desenvolvimento e aptidões diversas.

 

O autor prefere não seguir somente e exclusivamente uma só religião, pois prefere manter sua mente livre para investigar para aceitar somente o que seu espírito/coração, alma e razão aceitam como algo plausível. Acredito que as religiões mundiais são como a estrutura de um grande edifício, judaísmo constitui os primeiros andares, o cristianismo os andares medianos, o islamismo os andares superiores e as últimas religiões e revelações os últimos andares tais como o Bahaí (Esplendor de Deus) e as revelações dos espíritos (Espiritismo especialmente de Allan Kardec e o mestre brasileiro Chico Xavier) e da Igreja Messiânica Mundial (de origem japonesa do Mestre Meishu-Sama (Senhor da Luz).

 

 Áreas de interesse em 
1. Economia;  2. Ciência Política, Filosofia e Ética
3. Relações Internacionais (política internacional, história brasileira e mundial);
4. Teologia Abraâmica (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) e escatologia (profecias do Juízo Final);
5. Direito Tributário, Internacional e Constitucional;

É autor dos seguintes E-Books (Livros em formato digital) publicados na Amazon Brasil (Kindle Direct Publish-KDP): Capitalismo Trabalhista (Ideologia de centro-esquerda) PELEGRINI, Chester Martins. Santos. São Paulo. 2013. Disponível a venda na Amazon em: 
http://www.amazon.com/Capitalismo-Trabalhista-Portuguese-Edition-Pelegrini-ebook/dp/B00V0V4C4I Acesso em 6 nov. 2015. Blog de divulgação do livro: http://livrocapitalismotrabalhista.blogspot.com.br/



A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355) (profecias bíblicas, filosofia da religião e escatologia sobre o Juízo Final com comentários sobre os livros do Gênesis e Apocalipse): PELEGRINI, Chester Martins. A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355). Santos. São Paulo. 2013. Disponível a venda na Amazon Brasil em: http://www.amazon.com.br/Chave-Davi-Deus-Abraão-1095-2355-ebook/dp/B00UY8VC32 Acesso em 6 nov. 2015. Blog de divulgação do livro: http://judaismocristaoislamico.blogspot.com.br/ Ambos a venda na Amazon.br.



O desafio do século XXI – governo único mundial - federalismo mundial: utopia, projeto político, novo recomeço ou destruição total? Introdução disponível em: http://governofederalistamundial.blogspot.com.br/ Disponível a venda na Amazon Brasil em: https://www.amazon.com.br/Unicracia-2001-2100-Federalismo-Pol%C3%ADtico-Destrui%C3%A7%C3%A3o-ebook/dp/B07D853GKB

 

Criou até o momento 5 (cinco) inovações na área de Tecnologia da Informação (Startups). Uma inovação tecnológica chamada Linkode® (consistia no pagamento via celular com códigos de barras, o modelo de utilidade dá outra utilidade para os códigos de barras, a ideia da patente já está sendo utilizada por vários bancos nacionais), patente na qual foi depositada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 2008 sob o número:
MU 8803246-9. Desta inovação o autor não recebeu royalties embora a mesma ideia esteja sendo utilizada.

A outra inovação é o Mimbdstar© (Manual de Instruções Multimídia de Bens Duráveis) que virou uma Startup de sucesso na época e a tecnologia foi utilizada em grandes multinacionais na década passada de 2.000 registrado como propriedade intelectual no US Copyright Office 
http://mimbdstar.blogspot.com.br/ e https://gust.com/companies/mimbdstar. Foi amplamente utilizada por diversas multinacionais após apresentação: Philips, Mercedes-Benz (Chrysler), Volvo, Renault, Honda entre outras multinacionais e empresas nacionais. O Autor recebeu Royalties (Renda que visa ou deveria remunerar e incentivar os inventores por terem dedicado seu tempo, recursos, vida, conhecimento, disposição e humilhações na tentativa de evoluir a sociedade e o mercado criando coisas úteis ou pelo menos tentando) via judicial e extrajudicial dessa inovação.

Atualmente trabalha na implementação do aplicativo de celular GownowApp© outra Startup de Tecnologia de Comércio Eletrônico do qual é detentor dos Copyrights (Direitos Autorais, ou seja, da propriedade intelectual, do formato específico registrado) Disponível em: 
http://gownowapp.blogspot.com.br/ (Ainda não recebe Royalties devido à inovação ainda estar sendo implementada) O GownowApp© é uma espécie de Buscador comercial com mensagens instantâneas com formato registrado no Brasil (Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional) e nos EUA no US Copyright Office (Library of Congress), órgãos dos dois países responsáveis pelo registro  deste tipo de propriedade intelectual. É muito semelhante se não idêntico ao (Whatsapp Business) empresa que o GownowApp© foi apresentado para esta empresa do Facebook/Whatsapp  e para o Google.

Atualmente (2018) está criando e registrando a propriedade intelectual de mais duas inovações, uma chamada pelo projeto provisório de Infinite Sun Energy (https://www.facebook.com/InfiniteSunEnergy/) patente sendo requerida no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) relativa a uma tecnologia capaz de transmitir eletricidade pelo ar sem a necessidade de fios condutores. Outra Startup está em processo de registro dos Direitos Autorais/Copyright relativo a uma inovação na área do ensino chamada StudyFlix. (
http://studyflix.blogspot.com/2018/04/studyflix-formato-tecnologico-de-uma.html) Página do Facebook da inovação (Startup): https://www.facebook.com/Studyflix-178023172852115/   

 

Escreve atualmente os E-Books que pretende lançar na Amazon (KDP):

 

Livros da Série: Unicracia Volume 3 (Tema: Fontes de recursos financeiros para uma Unicracia Mundial, “Tax Machine” (Imposto sobre as máquinas que possuem inteligência artificial, Taxa Tobin e Alíquota sobre grandes fortunas propostas pelo economista Thomas Pikety) e Unicracia Volume 4 (Ideologia para uma Unicracia Global: Liberalismo-Socialista Tecnocrático Sustentável, uma nova ideologia para o Século XXI, conjugando os valores do liberalismo (respeito ao capital, propriedade privada, livre comércio), aliado as conquistas trabalhistas (direitos mínimos trabalhistas e sociais) e socialistas (coletivistas, direitos sociais de 4 geração, previdência, assistência social, renda mínima universal, supremacia do verdadeiro interesse público e coletivo sobre o individual), com apoio da tecnologia nos governos (tecnocracia) com os valores da sustentabilidade e respeito ao meio ambiente (sustentabilidade).

 

Também escreve periodicamente sobre assuntos de seu interesse (Comentários interdisciplinares sobre Política, Economia, Relações Internacionais, Filosofia, Direito e Religiões que são relevantes e estratégicos em seu blog: Chester NEWS: Ver perfil completo em: http://chesternewsbrasil.blogspot.com.br/. É PcD (Pessoa com Deficiência, CID-F.20 desde os 14 anos de idade).

 

OBS: O Blog Chester NEWS não é monetizado e nem tem interesses comerciais apesar de ter anúncios visíveis. O objetivo do autor não é ganhar dinheiro com seus artigos, mas deixar sua opinião ativa no debate nacional, ou pelo menos tentar fazer isto na medida do possível e de suas limitações, de forma independente e gratuita. O autor é patriota se identifica com seu país. Por isso temos que cuidar do que é nosso. Acreditamos na frase: “Você se torna responsável por tudo aquilo que ama.” O Blog Chester NEWS é independente e não recebe recursos algum de nenhuma instituição, empresa ou governos nem de ninguém. O autor é o único responsável por suas opiniões aqui expressas baseadas e protegidas na proteção à liberdade de expressão contida na nossa Constituição de 1988 e garantida pelos três poderes da República Federativa do Brasil compostas pelo Poder Legislativo, Executivo e Judiciário.

 



[1] CARTA ENCÍCLICA. FRATELLI TUTTI. DO SANTO PADRE FRANCISCO SOBRE A FRATERNIDADE E A AMIZADE SOCIAL. 3 out. 2020. Disponível em: http://www.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20201003_enciclica-fratelli-tutti.html Acesso em 8 out. 2020.