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terça-feira, 17 de junho de 2025

A New Hope for Global Peace: Proposal to Reform the UN Security Council Based on Nuclear Balance.


A New Hope for Global Peace: Proposal to Reform the UN Security Council Based on Nuclear Balance.

Chester NEWS – Global Strategy & Diplomacy


By Chester NEWS | June 2025.


In an age marked by rising tensions among the world’s leading powers—particularly concerning nuclear deterrence, proliferation, and arms control—it is time to reconsider the global governance structures inherited from the post-World War II era. Central among them is the United Nations Security Council (UNSC), whose current configuration reflects the geopolitical landscape of the mid-20th century rather than the nuclear reality of the 21st.


Faced with this historical deadlock, we propose a constructive and balanced solution: the creation of a new UN Security Council composed of the ten principal nuclear powers of the world—five aligned with each side of the current geopolitical divide.


A Nuclear Council for Peace


This proposal acknowledges a central truth: the ten leading nuclear nations are either directly or indirectly involved in nearly every major global conflict. These countries are:


Western and Allied Powers:


🇺🇸 United States


🇫🇷 France


🇬🇧 United Kingdom


🇮🇳 India


🇮🇱 Israel



Eastern and Allied Powers:


🇷🇺 Russia


🇨🇳 China


🇵🇰 Pakistan


🇰🇵 North Korea


🇮🇷 Iran



Bringing these nations together into a high-level deliberative council—tasked with addressing nuclear security, peaceful atomic energy, global disarmament paths, and multilateral deterrence frameworks—would mark a vital step toward restoring global trust. This new nuclear council would complement, not replace, the existing UNSC, functioning as a permanent and equal forum for direct dialogue among the world's most heavily armed states.


Strategic Advantages of the Proposal


1. Recognition of current nuclear realities – The UNSC’s structure, with only five permanent members with veto power, no longer reflects today’s broader distribution of nuclear capabilities.



2. Reduction of mistrust – By establishing parity and dialogue among adversaries, mutual guarantees and protocols of non-aggression become achievable.



3. A new architecture of peace – The council could lay the foundation for an annual, evolving Atomic Peace Treaty, adjusted as technology and geopolitics evolve.



4. Prevention of catastrophe – Transparency among nuclear powers would significantly reduce the risks of miscalculation or unintended escalation.




A Call to Humanity


By formally recognizing the “nuclear ten,” the international community has the opportunity to shift from a mindset of domination to one of shared responsibility. Peaceful coexistence is not possible without courageous diplomacy and the humility to admit that, in nuclear war, there are no winners.


The 21st century demands new diplomatic tools—not closed blocs, but open bridges. Not ideological walls, but cooperative channels to protect future generations from the specter of annihilation.


Uma Nova Esperança para a Paz Mundial: Proposta de Reforma do Conselho de Segurança da ONU com Base no Equilíbrio Nuclear


Chester NEWS – Estratégia & Diplomacia Global


Por Chester NEWS | Junho de 2025


Em um momento de crescente tensão entre as principais potências globais, especialmente no que diz respeito ao controle, dissuasão e possível proliferação de armas nucleares, torna-se imperativo repensar os mecanismos de governança internacional criados no pós-Segunda Guerra Mundial. Um dos pilares desse sistema é o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), cuja estrutura atual reflete os interesses geopolíticos de meados do século XX — e não necessariamente a realidade multipolar e nuclear do século XXI.


Diante desse impasse histórico, apresentamos aqui uma proposta que visa restaurar o diálogo, promover o equilíbrio e renovar a esperança de paz: a criação de um novo Conselho de Segurança da ONU composto pelas dez principais potências nucleares do planeta — cinco de cada lado do espectro geopolítico atual.


Um Conselho Nuclear de Paz


A proposta parte do reconhecimento de que as dez maiores potências nucleares do mundo estão diretamente envolvidas — de forma oficial ou tácita — em todos os grandes tabuleiros geopolíticos. Estes países são:


Ocidente e Aliados:


🇺🇸 Estados Unidos


🇫🇷 França


🇬🇧 Reino Unido


🇮🇳 Índia


🇮🇱 Israel



Oriente e Aliados:


🇷🇺 Rússia


🇨🇳 China


🇵🇰 Paquistão


🇰🇵 Coreia do Norte


🇮🇷 Irã



Reunir essas nações em um conselho deliberativo de alto nível, com o objetivo de dialogar abertamente sobre segurança global, proliferação nuclear, uso pacífico da energia atômica e mecanismos multilaterais de dissuasão, representa um avanço simbólico e prático na reconstrução da confiança mútua. Diferente do atual CSNU, esse novo conselho nuclear não substituiria, mas complementaria a estrutura da ONU, funcionando como um fórum permanente e paritário de diálogo entre as potências mais armadas do planeta.


Vantagens Estratégicas da Proposta


1. Reconhecimento da realidade nuclear atual – A estrutura do CSNU, com apenas cinco membros permanentes com poder de veto, não reflete a verdadeira distribuição de capacidade atômica global.



2. Redução da desconfiança – Ao sentar-se à mesma mesa, na condição de iguais, líderes de países adversários podem trabalhar por garantias mútuas e protocolos de não-agressão.



3. Nova arquitetura de paz – Este novo conselho poderia dar origem a um Tratado de Paz Atômica, revisto anualmente e atualizado conforme os avanços tecnológicos e os acordos regionais.



4. Prevenção de catástrofes – A transparência entre as potências nucleares reduziria o risco de erros de cálculo ou escaladas não intencionais de conflitos.




Um Apelo à Humanidade


Ao reconhecer formalmente os dez membros do “clube nuclear”, a comunidade internacional pode substituir a lógica da dominação pela lógica da responsabilidade compartilhada. A coexistência pacífica só será possível se houver coragem para o diálogo e humildade para reconhecer que, diante da destruição nuclear, não há vencedores.


O século XXI exige novas ferramentas diplomáticas. Não mais blocos fechados, mas pontes abertas. Não mais barreiras ideológicas intransponíveis, mas canais de cooperação que garantam às futuras gerações um mundo livre do espectro da guerra total.


Esta proposta é, acima de tudo, um convite. Um convite à reflexão, à união e à esperança. Porque a paz mundial não será construída com novas armas, mas com novas atitudes.



This proposal is, above all, an invitation. An invitation to reflection, unity, and hope. For global peace will not be built with new weapons—but with new attitudes.



sexta-feira, 25 de abril de 2025

Probabilidades Estimadas dos Cenários Geopolíticos (2025-2030) Analista Chester Autor de Unicracia (Editora Paradoxum, 2023)

 

Cenários Prováveis para as Guerras Atuais.

Chester NEWS – Escritor Estratégico - Autor de "Unicracia" (Editora Paradoxum, 2023).
Publicado em 24 de abril de 2025

Panorama Geopolítico Atual

Vivemos um momento de profunda instabilidade global, no qual diversos conflitos simultâneos parecem convergir para uma reconfiguração da ordem mundial. As guerras em andamento e os impasses diplomáticos envolvem diretamente potências militares, econômicas e nucleares, e por isso merecem uma análise estratégica aprofundada.

1. Israel x Hamas-Houthis-Hezbollah-Irã

O conflito entre Israel e grupos como Hamas, Houthis e Hezbollah tem raízes profundas no século XX. Após a criação do Estado de Israel em 1948, diversos confrontos com vizinhos árabes e grupos palestinos marcaram o Oriente Médio. Desde 2006, o Hezbollah, apoiado pelo Irã, fortaleceu sua presença no Líbano, enquanto os Houthis, no Iêmen, também passaram a agir contra interesses israelenses e sauditas. A partir de 2023, o conflito ganhou nova dimensão com o ataque do Hamas em 7 de outubro, intensificando a aliança entre Israel, EUA e aliados europeus contra o "Eixo da Resistência" patrocinado pelo Irã.

2. UE-Ucrânia x Rússia

A guerra na Ucrânia começou em 2014 com a anexação da Crimeia pela Rússia e se intensificou em 2022 com a invasão em larga escala. A União Europeia e os EUA passaram a apoiar militarmente e economicamente Kiev, transformando a guerra em um impasse prolongado entre o Ocidente e Moscou. A guerra representa um ponto de ruptura entre o sistema liberal internacional e o revisionismo russo que busca restaurar sua influência sobre o antigo espaço soviético.

3. China x Taiwan e a Disputa nas Américas

A China considera Taiwan uma província rebelde e não descarta o uso da força para reunificá-la. Com o fortalecimento militar chinês e o apoio dos EUA a Taipei, o risco de conflito armado aumenta. Paralelamente, os EUA intensificam sua atuação no hemisfério ocidental, com o objetivo estratégico de reforçar seu domínio histórico sobre as Américas. Isso inclui ambições como reintegrar México e Canadá como estados plenos, retomar o controle do Canal do Panamá e bloquear a expansão da influência chinesa e russa na América Latina e Caribe.


A Guerra Maior: Uma Ordem Mundial em Transformação

Esses conflitos e tensões refletem uma disputa mais ampla entre o Norte Global — representado por EUA, UE, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Canadá (G7 e OTAN) — e o Sul Global, agora fortalecido pelo BRICS ampliado. A disputa pela hegemonia global se intensificou com a guerra comercial entre EUA e China, o declínio da ordem liberal ocidental e o avanço de blocos alternativos com forte apoio no Sul Global.


Três Cenários Prováveis

1. Guerra Mundial Total – O Choque dos 4 Grandes Reis

Nesse cenário, as potências não chegam a acordos e os “4 Grandes Reis” (EUA, UE, China, Rússia) entram em guerra aberta. Israel e UE unem-se aos EUA, enquanto Rússia e China formam outro eixo. A guerra escala de forma total, incluindo o uso de armas de destruição em massa. Com o colapso do sistema internacional, os 4 blocos podem acabar disputando entre si a hegemonia global dos próximos 100 anos.

2. Guerra Morna-Fria – Conflitos Contidos

Os conflitos atuais permanecem limitados a seus fronts: Israel continua sua guerra assimétrica, Rússia se mantém na Ucrânia, Taiwan vive sob constante ameaça, e as sanções comerciais entre EUA e China se agravam. Não há guerra total, mas também não há paz: é uma “Guerra Fria 2.0”, com fronteiras tensas e economia global fragmentada.

3. Pax 3 Reis – A Divisão do Mundo

Este cenário propõe um mundo tripolar, em que um armistício tácito divide o planeta em três grandes zonas de influência:

  • EUA: Dominam todo o continente americano (incluindo Canadá, México, América Central e do Sul), a Groenlândia e retomam o Canal do Panamá.

  • Rússia: Controla a Ucrânia e passa a influenciar a União Europeia, recriando uma “esfera euro-russa”.

  • China: Consolida seu domínio sobre a Ásia, incorporando Taiwan e convertendo Japão e Coreia do Sul em aliados estratégicos.


Estimativa de Probabilidades (2025–2030)

Cenário 1: Guerra Mundial Total (EUA+UE+Israel x Rússia+China)

Probabilidade estimada: entre 15% a 25%

Justificativa:
Apesar da retórica agressiva e do aumento das tensões militares, uma guerra total entre potências nucleares é vista como a última alternativa. O fator de dissuasão nuclear, somado ao impacto devastador para todos os lados, torna esse cenário menos provável — embora não impossível. O risco aumenta se houver um erro de cálculo em Taiwan ou no Oriente Médio, ou se algum ator secundário provocar um efeito dominó.


Cenário 2: Guerra Morna-Fria (Conflitos localizados sem escalada global)

Probabilidade estimada: entre 50% a 65%

Justificativa:
Este é o cenário mais provável no curto e médio prazo. Ele representa a continuidade da tendência atual: guerras regionais prolongadas (Ucrânia, Gaza, Iêmen), tensões militares em áreas sensíveis (Taiwan, Mar do Sul da China), sanções econômicas mútuas e uma ordem internacional fragmentada. As potências evitam confronto direto, mas também não alcançam um consenso que traga estabilidade duradoura.


Cenário 3: Pax 3 Reis (Divisão do mundo em três zonas de influência)

Probabilidade estimada: entre 20% a 35%

Justificativa:
Este cenário exige uma mudança paradigmática, com reconhecimento mútuo de esferas de influência — algo raro em contextos de hegemonia em disputa. Porém, se o custo dos conflitos e a fadiga geopolítica crescerem, há espaço para negociações informais entre os “Três Grandes” (EUA, Rússia e China), cada um delimitando seu "quintal" estratégico. A chave seria a aceitação de uma nova ordem multipolar controlada.





Reflexão Final

A escolha entre caos, contenção ou divisão dependerá da capacidade das potências de aceitarem limites. O mundo vive um momento em que a história pode ser escrita com sangue ou diplomacia. Espera-se que a razão prevaleça sobre o orgulho imperial.


Artigo escrito em 24 de abril de 2025.
Autor: ChatGPT – Assistente Estratégico
Sob orientação do editor humano do Chester NEWS.


Aviso Legal de Responsabilidade

O presente artigo foi elaborado por ChesterNEWS, um analista geopolítico independente, que não possui qualquer vínculo com empresas, instituições financeiras, organizações internacionais, entidades governamentais ou partidos políticos. Todas as análises, projeções e cenários aqui apresentados são frutos de interpretações pessoais baseadas em estudos, dados públicos e observações estratégicas, com o apoio de ferramentas de inteligência artificial da OpenAI para fins redacionais.

As informações contidas neste artigo não constituem recomendação de investimento, decisão política, plano estratégico oficial, nem orientação jurídica ou militar. Os cenários descritos são hipóteses analíticas, sujeitas a múltiplas variáveis dinâmicas e altamente imprevisíveis do sistema internacional.

Nem o autor Chester, nem a OpenAI, nem a inteligência artificial que colaborou na redação deste conteúdo, assumem qualquer responsabilidade por decisões individuais, coletivas ou institucionais que venham a ser tomadas com base nas informações aqui expostas.

A utilização deste conteúdo é de responsabilidade exclusiva do leitor.



quarta-feira, 15 de maio de 2024

A Terceira Guerra Mundial Híbrida e Fria: Uma Análise da Paisagem Geopolítica de 2011 a 2022.

Santos, 16 de maio de 2024. 

ChesterNEWS Especial - Geopolítica - 

E se a Terceira Guerra Mundial já passou?




A Terceira Guerra Mundial Híbrida e Fria: Uma Análise da Paisagem Geopolítica de 2011 a 2022.


Desde o início da guerra civil na Síria em 2011 e os conflitos na Ucrânia em 2014, até a pandemia global que começou em 2020, o mundo experimentou uma nova forma de confronto global que pode ser caracterizada como uma Terceira Guerra Mundial "híbrida e fria". Essa guerra não foi declarada nos moldes tradicionais e não envolveu grandes exércitos enfrentando-se em campos de batalha. Em vez disso, foi marcada pelo uso de táticas não convencionais, como sanções econômicas, guerras de informação, e conflitos por procuração.

Sanções Econômicas: Armas de Destruição Financeira

As sanções econômicas tornaram-se uma ferramenta de guerra extremamente potente na última década. Países como Irã, Rússia e Venezuela sofreram pesadamente sob o peso de sanções internacionais que visavam coagir mudanças políticas sem recorrer à força militar direta. Essas sanções não só desestabilizaram economias, mas também afetaram diretamente a vida de milhões de cidadãos comuns.

Guerras de Informação: O Front Digital

A era digital trouxe consigo a ascensão das guerras de informação. Estados-nação utilizaram a internet e plataformas de mídia social para influenciar opiniões públicas, interferir em eleições e fomentar discórdia entre nações. A alegada interferência russa nas eleições americanas de 2016 é um exemplo notório, assim como a disseminação de desinformação relacionada ao COVID-19.

Conflitos por Procuração: Xadrez Geopolítico

Os conflitos na Síria e na Ucrânia são exemplos claros de como grandes potências, como EUA, Rússia e China, têm lutado indiretamente, apoiando diferentes grupos ou regimes. Esses conflitos por procuração permitem que as potências testem suas táticas e estratégias sem um confronto direto, mantendo ao mesmo tempo a instabilidade em regiões chave.

Impacto Humano dos Conflitos

Os conflitos e crises do período entre 2011 e 2021 tiveram um impacto devastador:

  • Mortos e Feridos: Estimativas conservadoras sugerem que mais de 1 milhão de pessoas morreram como resultado direto dos conflitos na Síria, Iêmen, Iraque, Sudão do Sul e outras zonas de guerra. Milhões mais foram feridos.
  • Refugiados e Deslocados: Cerca de 20 milhões de pessoas foram forçadas a fugir de suas casas, buscando refúgio dentro de seus países ou além das fronteiras.

Número de Países Envolvidos

Mais de 40 países estiveram envolvidos diretamente ou indiretamente em conflitos durante este período, seja através de apoio militar direto, envio de mercenários, ou envolvimento em guerras por procuração, refletindo a vasta gama de influência e interesses em jogo.

Impacto Global da Pandemia

A pandemia de COVID-19, que começou no final de 2019 e se estendeu pelos anos seguintes, revelou uma nova dimensão de vulnerabilidade global. As nações lutaram para proteger suas populações e economias, muitas vezes às custas da cooperação internacional. Além disso, a corrida por vacinas destacou uma nova forma de competição entre as nações, reminiscente de uma guerra fria na saúde pública.

Conclusão

Olhando para trás, de 2011 a 2022, podemos ver um padrão de confronto global que se assemelha a uma guerra mundial, embora não declarada e lutada com ferramentas não convencionais. Historiadores futuros podem muito bem considerar este período como uma "Terceira Guerra Mundial fria", uma era definida pela luta sutil mas intensa pelo poder geopolítico, influência e domínio em um mundo cada vez mais interconectado e digitalmente mediado.


Observação do Autor: Este artigo foi co-escrito pela inteligência artificial ChatGPT-4 da OpenAI, com a supervisão de Chester M. Pelegrini. A tese apresentada é um produto híbrido das reflexões do autor combinadas com a análise detalhada e os recursos informativos proporcionados pela IA. Esta colaboração destaca a intersecção entre o conhecimento humano e as capacidades avançadas de processamento de dados e geração de texto da inteligência artificial.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Possíveis Frentes de Batalhas (Fronts) da Terceira Guerra Mundial


Artigo Blog Chester NEWS 16/04/2018 - Área Tema - Política Internacional.

Possíveis Frentes de Batalhas (Fronts) da Terceira Guerra Mundial (mais prováveis num cenário de agravamento dos conflitos atuais).

(Simulação com mapas)




Escrito por Chester Martins Pelegrini[1]

Com o recente ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e França, os três componentes ocidentais do Conselho de Segurança das Nações Unidas (os orientais são Rússia e China), a supostas instalações militares químicas da Síria que conta com apoio do Irã e da Rússia, as chances de um conflito como uma Terceira Grande Guerra Mundial vieram a tona estes dias em todo o mundo.

No artigo sobre o risco da Terceira Guerra Mundial eclodir antes dos ataques dos três países foi calculado que o risco seria de uns 35% de eclodir uma Guerra Mundial (Clique Aqui para ver o artigo do Chester News).

Com esta ação unilateral dos países da OTAN o risco está em torno de 40%.

Com declarações duras do presidente da Rússia Putin, de que o mundo viraria um caos caso a OTAN avançasse sobre a Síria, o risco de um erro de cálculo entre as grandes potências aumentou consideravelmente. (Fonte: Globo, clique aqui para ver a reportagem).



Fizemos uma possível simulação de dois eixos de alianças numa possível III Guerra Mundial conforme a atual configuração geopolítica mundial.

Se o conflito se expandisse o Eixo Ocidental seria composto pelos seguintes países (mais prováveis): OTAN (Aliança Militar Ocidental), Estados Unidos da América, França, Reino Unido, Israel, Coréia do Sul, Japão, Brasil, Arábia Saudita, Colômbia e Turquia, este seria em inglês o “Western axis”.

O Eixo Oriental “Eastern axis” seria composto pelo seguinte conjunto de países (mais prováveis): Síria, Rússia, China, Irã, Coréia do Norte, Venezuela, Iêmen, Iraque e Cuba.

Em caso de não uso de bombas atômicas numa possível Terceira Guerra Mundial surgiriam linhas ou “fronts” de combates ao redor do mundo, algumas delas já estão em curso como na Síria onde o eixo ocidental já está se enfrentando contra as forças do eixo oriental.

Desta forma o mundo continuaria funcionando em sua maior parte, inclusive a ONU, com sede em Nova York, mas o mundo estaria presenciando uma Guerra Mundial silenciosa em vários fronts, como fora a Guerra Fria em que fronts de combate entre os dois blocos foram abertos ao redor do mundo sem uma declaração de Guerra Formal.

Desta forma vamos explorar neste artigo possíveis frentes de combate em uma possível Terceira Guerra Mundial “Fria”, ou seja, sem declarações formais de guerra e sem até que a opinião pública mundial se dê conta de que esta guerra já esteja em curso.

Supondo que a Terceira Guerra Mundial se inicie devido ao agravamento do conflito na Síria e no Oriente Médio em Geral, haveria as seguintes linhas de combates mais prováveis:


Do lado do Eixo Ocidental estariam Israel, Arábia Saudita e Turquia (membro da OTAN). Do lado do Eixo Oriental estariam a própria Síria, Irã, Iêmen (em guerra atualmente contra a Arábia Saudita) e Iraque.

As frentes de combate ao norte mais prováveis seriam entre a Turquia (membro da OTAN com ligação no Oriente Médio), a Síria, Irã e Iraque. A frente de combate ao sul seria entre Israel, Síria, Irã e Iraque na fronteira com a Arábia Saudita e a último front seria onde já está tendo a Guerra entre Arábia Saudita e Iêmen.

No caso da crise Venezuelana se expandisse e os EUA decidissem intervir na Venezuela com seus aliados Colombianos e Brasileiros, poderiam ser abertas frentes de combate mais prováveis nas Américas também conforme a figura abaixo:


Do lado do Eixo Ocidental estariam em primeiro lugar os EUA intervindo na Venezuela alegando causas humanitárias.

Em seguida a Colômbia maior aliada dos EUA na região atuaria na fronteira com a Venezuela criando um front de combate na América.

Caso o Brasil se posicione do lado dos EUA no conflito uma frente de combate surgiria no norte do Brasil entre as fronteiras do Brasil/Venezuela/Colômbia.

Caso o conflito se expandisse para a Europa, acreditamos que o conflito se daria nas bases da OTAN próximas as fronteiras com a Rússia nos países do leste Europeu como na figura abaixo:



Neste caso a Europa concentraria suas forças nas bases da OTAN em países como Polônia entre outros fazendo um cinturão de contenção da Rússia em toda a Europa até a Turquia (aliado da OTAN entre a Europa e Oriente Médio).

Esta linha de combate se viesse a existir seria talvez a mais decisiva numa possível eclosão de uma Terceira Guerra Mundial e poderia devastar vários países do leste europeu.

Caso as trincheiras fossem muito bem guarnecidas por ambos os lados poderia ser muito difícil o avanço das tropas dos dois lados deixando o conflito empatado por um longo período assim como ocorreu na Primeira Guerra Mundial.

Se estourasse outro front asiático, acreditamos que uma linha de combate se estabeleceria na fronteira entre a Coréia do Norte com a do Sul e entre o Japão e a China e Rússia, possivelmente em batalhas navais (navios e submarinos) e também entre as ilhas em disputa entre o Japão e a China seria também palco de combates pelo controle das Ilhas em disputa no mar territorial disputado entre Japão e China.

No mapa seria a seguinte linha de combate:

Se uma III Guerra Mundial estourasse acreditamos que pela nossa análise estes seriam os fronts principais de batalhas mais prováveis de acontecerem.

O resto do mundo poderia continuar operando normalmente como está acontecendo atualmente a Guerra na Síria ocorrendo e o resto do mundo trabalhando normalmente inclusive as Nações Unidas.

Não desejamos que uma nova Grande Guerra Mundial aconteça de forma alguma, estamos fazendo estas simulações com o objetivo de alertar a humanidade que estes conflitos atuais podem se expandir.

As Guerras são como um câncer que podem crescer descontroladamente e destruir tudo por onde passa.

Se o Trump e aliados agirem de forma muito severa em relação a Rússia e China realmente os fronts abertos podem aumentar e novos focos de conflitos surgir ao redor do mundo.

As simulações são úteis para os militares também se prepararem em possíveis confrontos e saber onde devem concentrar seus esforços, mobilizando tropas entre outras coisas que envolvem a logística das guerras em momentos de paz.

Torcemos para que a Terceira Guerra Mundial nunca aconteça, e se acontecer que não se use armas químicas e nucleares e que a Guerra seja breve com menos mortes e destruição possíveis.

Infelizmente a humanidade já está esquecendo os horrores das Primeira e Segunda Grandes Guerras Mundiais.

Que estas catástrofes nunca mais voltem a ocorrer é o que desejamos e rezamos para que o Deus de Abraão (Grande Arquiteto do Universo) nos proteja de todo o mal.


                                    (Vídeo no Canal Chester NEWS comentando este artigo)


[1]Paulo Eduardo Martins Pelegrini. Graduado em Direito (Unoeste-2009) e pós-graduado em Direito Tributário (Instituto LFG-2012). Atualmente estuda uma Pós-Graduação em Relações internacionais (Faculdade Damásio/Devry 2016-2018).
Chester (nome de nascença) é escritor, pesquisador e inovador por hobby. É descendente de judeus-portugueses (Pereira, Lima e Oliveira), italianos (Pelegrini e De Angeli) e ingleses (Benetton). Na esfera espiritual segue o judaísmo como religião principal e alguns ensinamentos cristãos (amor ao próximo), bahaistas (todos os grandes profetas foram enviados pelo mesmo Deus), islâmicos (luta interna contra o mal sempre) e espíritas (reencarnação e vida eterna do espírito/alma). 

Áreas de interesse nas seguintes áreas: 

1. Economia; 
2. Ciência Política, Filosofia e Ética; 
3. Relações Internacionais (política internacional, história brasileira e mundial);
4. Teologia Abraâmica (judaísmo, cristianismo e islamismo) e escatologia;
5. Direito Tributário, Internacional e Constitucional;

É autor dos seguintes livros:
Capitalismo Trabalhista (Ideologia de centro-esquerda) PELEGRINI, Chester Martins. Santos. São Paulo. 2013. 

Disponível a venda na Amazon em: http://www.amazon.com/Capitalismo-Trabalhista-Portuguese-Edition-Pelegrini-ebook/dp/B00V0V4C4I Acesso em 6 nov. 2015.

Blog de divulgação do livro: http://livrocapitalismotrabalhista.blogspot.com.br/

A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355) (profecias bíblicas, filosofia da religião e escatologia sobre o Juízo Final com comentários sobre os livros do Gênesis e Apocalipse):

PELEGRINI, Chester Martins. A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355). Santos. São Paulo. 2013. Disponível a venda na Amazon em: http://www.amazon.com.br/Chave-Davi-Deus-Abraão-1095-2355-ebook/dp/B00UY8VC32 Acesso em 6 nov. 2015. 

Blog de divulgação do livro: http://judaismocristaoislamico.blogspot.com.br/ Ambos a venda na Amazon.br.

Criou três negócios baseados em tecnologia e inovações próprias (Startup´s) com propriedade registradas (patentes e copyrights) das quais recebeu royalties (renda oriunda da propriedade intelectual por empresas que utilizaram as inovações). 

Criou três inovações na área de TI, um chamado Linkode® (pagamento via celular com códigos de barras, o modelo de utilidade dá outra utilidade para os códigos de barras, a ideia da patente já está sendo utilizada por vários bancos nacionais), patente na qual foi depositada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 2008 sob o número: 
MU 8803246-9. Desta inovação o autor não recebeu royalties embora a ideia esteja sendo utilizada.

A outra inovação é o Mimbdstar© (Manual de Instruções Multimídia de Bens Duráveis)utilizado em grandes multinacionais na década passada de 2.000 registrado como propriedade intelectual no US Copyright Officehttp://mimbdstar.blogspot.com.br/ e https://gust.com/companies/mimbdstar. Foi amplamente utilizada por diversas multinacionais após apresentação: Philips, Mercedes-Benz (Chrysler), Volvo, Renault, Honda entre outras multinacionais e empresas nacionais. O Autor recebeu royalties via judicial e extrajudicial dessa inovação. 

E atualmente do aplicativo de celular Gownow© de Comércio Eletrônico do qual é detentor dos Copyrights (Direitos Autorais, ou seja, da propriedade intelectual) Disponível em: http://gownowapp.blogspot.com.br/ (Ainda não recebe royalties devido à inovação ainda estar sendo implementada) O Gownow© é uma espécie de Buscador comercial com mensagens instantâneas (semelhante a uma das possibilidades possíveis de um Whatsapp comercial) com formato registrado no Brasil (Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional) e nos EUA no US Copyright Office (Library of Congress), órgãos dos dois países responsáveis pelo registro  deste tipo de propriedade intelectual (Aplicativos mobile são programas de computador pela interpretação da Lei de Direitos Autorais do Brasil, Lei 9.610/98). 

Atualmente o autor escreve os livros: O DESAFIO DO SÉCULO XXI – GOVERNO ÚNICO MUNDIAL - FEDERALISMO MUNDIAL: UTOPIA, PROJETO POLÍTICO, NOVO RECOMEÇO OU DESTRUIÇÃO TOTAL? Introdução disponível em:http://governofederalistamundial.blogspot.com.br/ . (Lançamento provável Amazon 2019)

Escreve o livro: O Cálice do Mago Sábio, sobre psicologia, autoajuda e sabedoria. (Lançamento provável Amazon 2020).Introdução disponível em:http://livrocalicedomagosabio.blogspot.com.br/2016/05/introducao-ao-livro-calice-do-mago-sabio.html 

O E-Book: União Pan-Americana (UPA) - Proposta de Unificação Política, militar e econômica Americana aos moldes da UE - União Europeia a partir da OEA - (Organização dos Estados Americanos) Lançamento 2020. (Provavelmente na Amazon.br.)
http://uniaopanamericana.blogspot.com.br/

Também escreve periodicamente sobre assuntos variados de seu interesse em seu blog: Chester NEWS: http://chesternewsbrasil.blogspot.com.br/