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quarta-feira, 29 de abril de 2026

A Ideia de Um Mundo Unificado: Unicracia é um Sonho ou Perigo? Artigo das Nacões Continentais e Parlamentos Unicráticos.

 


CHESTER NEWS – ESPECIAL UNICRACIA (FILOSOFIA E MORAL) - Parte I.


Santos, 29 de Abril de 2026. República Federativa do Brasil. Continente Américas :.


🌍 A Ideia de Um Mundo Unificado: Sonho ou Perigo?


A ideia de um mundo unificado sempre ocupou um espaço delicado entre o fascínio e o receio. Em um planeta marcado por conflitos, desigualdades e disputas de poder, imaginar uma estrutura global capaz de coordenar a humanidade parece, para alguns, uma solução lógica. Para outros, no entanto, essa mesma ideia levanta temores sobre controle absoluto e perda de liberdade.

Esse dilema não é novo. Ao longo da história, projetos de grande escala política frequentemente despertaram suspeitas justamente por carregarem consigo o potencial de concentração extrema de poder. A questão central, portanto, não é apenas o que se propõe, mas como isso pode ser realizado na prática.


🏛️ Lições da História: O Peso da Megalomania

A desconfiança em relação a projetos de unificação global tem raízes profundas. Experiências históricas como o Império Romano, as conquistas de Gengis Khan e a expansão liderada por Napoleão Bonaparte mostram como a ambição por domínio pode ultrapassar limites éticos.

Nesses casos, a ideia de unir territórios não surgiu como um projeto coletivo de cooperação, mas como uma extensão do poder individual ou imperial. A unificação, nesses contextos, foi marcada pela imposição, pela guerra e pela ausência de escolha por parte dos povos envolvidos.

Essa herança histórica ajuda a explicar por que qualquer proposta de organização global ainda hoje é frequentemente associada a autoritarismo. No imaginário coletivo, unificar o mundo tornou-se sinônimo de dominá-lo.


🧠 O Erro de Julgamento: Ideia vs Execução

No entanto, há um equívoco recorrente nesse raciocínio. Julgar uma ideia exclusivamente com base em suas piores execuções históricas pode limitar a capacidade de reflexão sobre alternativas legítimas. Nem toda proposta de unificação precisa seguir o mesmo caminho dos impérios do passado.

A história condena, com razão, a imposição pela força e a concentração autoritária de poder. Mas isso não significa que a própria noção de união entre povos seja, por natureza, negativa. O problema, muitas vezes, esteve menos na ideia e mais na forma como ela foi aplicada.

Separar esses dois elementos — ideia e execução — é essencial para qualquer análise ética mais equilibrada.


📚 Unicracia: Uma Nova Interpretação da Unidade

É nesse ponto que a proposta apresentada no livro Unicracia, de Chester M. Pelegrini, se diferencia dos modelos históricos tradicionais. Em vez de um império global, a obra propõe uma estrutura baseada em cooperação e participação democrática entre as nações.

A chamada Unicracia não se fundamenta na imposição de um poder central absoluto, mas na construção gradual de uma união global legitimada pela escolha dos próprios países. Trata-se de uma tentativa de repensar a organização mundial sem recorrer aos mecanismos de coerção que marcaram o passado.

A proposta levanta, assim, uma questão relevante: seria possível alcançar um nível mais elevado de coordenação global sem sacrificar a liberdade e a diversidade das nações?


🇪🇺 Um Caminho Possível: A Experiência da Cooperação

Embora a ideia de um governo mundial ainda seja amplamente debatida, exemplos de integração política já demonstram que a cooperação entre países é viável. A União Europeia é um dos casos mais conhecidos desse tipo de organização.

Nesse modelo, países soberanos optaram por compartilhar decisões em áreas estratégicas, mantendo ao mesmo tempo suas identidades nacionais. Essa experiência mostra que a união não precisa ser imposta — ela pode ser construída com base em acordos, interesses comuns e processos democráticos.

Ainda que não seja perfeita, essa forma de integração sugere que a coordenação entre nações pode evoluir além da lógica puramente competitiva.


⚖️ O Critério Moral: Como a Ideia se Torna Boa ou Má

Diante dessas reflexões, torna-se possível estabelecer um critério mais claro para avaliar propostas como a Unicracia. O fator decisivo não está na grandeza da ideia em si, mas nos meios utilizados para realizá-la. A mesma proposta pode assumir características completamente distintas dependendo da sua execução.

Quando uma visão global é imposta pela força, ela tende a se transformar em autoritarismo. Quando, por outro lado, surge de processos livres, consensuais e democráticos, ela pode representar um avanço na organização da humanidade.

A diferença entre o bem e o mal, nesse contexto, não está na ambição de unir o mundo, mas na escolha entre coerção e liberdade.


🧭 Conclusão: Entre o Medo e a Possibilidade

O debate sobre a Unicracia não deve ser reduzido a uma simples oposição entre utopia e ameaça. Ele exige uma análise mais profunda, capaz de distinguir entre os erros do passado e as possibilidades do futuro. Rejeitar qualquer ideia de unificação global pode ser tão limitador quanto aceitá-la sem questionamentos.

Ao trazer essa reflexão, o livro propõe mais do que uma solução: convida à análise crítica sobre os caminhos da humanidade. Em um mundo cada vez mais interdependente, pensar em formas de cooperação ampliada pode deixar de ser apenas uma escolha teórica e se tornar uma necessidade prática.

No fim, a verdadeira questão talvez não seja se o mundo deve ou não se unir — mas de que forma essa união pode acontecer sem comprometer aquilo que nos torna livres.


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                       Fig. 1 Sugestão de Futuras Nações Continentais Mundiais da Unicracia.


CHESTER NEWS – ESPECIAL UNICRACIA (Parte II)

Mapa das Nações Continentais do Século XXI sugerido no Livro Unicracia - 

(Atualizado em 2026).


Mapa das Nações Continentais do Século XXI:

                                                   Fig 2. Capitais e Jurisdições da Unicracia.
                      

Capital da Unicracia - Jerusalém - Israel - Distrito Federal Mundial :.

Primeiro Distrito: Estados Unidos das Américas - Capital Whashigton (Jurisdição: Americas e Groelândia)

Segundo Distrito: União Européia - Capital Bruxelas (Juridição Europeus)

Terceiro Distrito: Liga Árabe - Capital Arábia Saudita - Riad (Árabes) (Jurisdição Árabes/Islâmicos e Muçulmanos)

Quarto Distrito: União Africana - Adis Abeba, na Etiópia. (Jurisdição: África exceto Liga Árabe)

Quinto Distrito: Federação Russa - Capital Moscou (Jurisdição Rússia)

Sexto Distrito: República Popular da China - Capital Pequim (Jurisdição toda Ásia)

Sétimo Distrito: Japão - Capital Tóquio (Jurisdição Coréias do Norte, Sul e Ásia)

Oitavo Distrito: Austrália - Capital Sidney (Jurisdição Oceania). 

Nono Distrito: Índia - Capital Nova Deli (Jurisdição Índia e Sul da Ásia)



                           Fig 3. Conselho Tríplice da Unicracia (Global Harmony Alliance).

Conselho Tríplice de Segurança da Unicracia: 

(Sugestão no E-book Global Harmony Alliance): 

Estados Unidos das Américas - Presidência (Voto peso 1)

Federação Russa - Moderador (Voto de desempate "De Minerva").

República Popular da China - Vice-Presidência (Voto peso 1)

Outras sugestões veja o E-book de Chester M. Pellegrini: Global Harmony Alliance (Adquira já Clique Aqui).



 

🌍 Um Novo Mapa para um Novo Mundo

O século XXI trouxe consigo um nível de interdependência global sem precedentes. Economia, tecnologia, meio ambiente e segurança deixaram de ser questões locais para se tornarem desafios globais. Nesse cenário, a ideia de reorganizar o mundo em grandes blocos continentais surge não como fantasia política, mas como uma tentativa de adaptação à nova realidade internacional.

A proposta das chamadas “Nações Continentais” dialoga diretamente com essa transformação. Em vez de centenas de Estados atuando de forma fragmentada, o mundo passaria a se organizar em grandes uniões políticas e econômicas, capazes de coordenar ações em escala global sem necessariamente eliminar identidades culturais e nacionais.


🧭 Da Fragmentação à Integração

Historicamente, o sistema internacional foi marcado pela divisão e pela competição. Estados-nação operam, em grande parte, sob uma lógica de soberania isolada, o que frequentemente dificulta soluções conjuntas para problemas comuns. No entanto, experiências recentes mostram que essa lógica pode evoluir.

A União Europeia é um exemplo claro de que países distintos podem se integrar voluntariamente, compartilhando decisões estratégicas sem perder completamente sua autonomia. Esse modelo inspira a ideia de ampliar a integração para escalas ainda maiores.


🌎 A Proposta das Nações Continentais

Dentro da visão da Unicracia, o mundo poderia ser reorganizado em grandes blocos continentais, cada um representando uma união política baseada em cooperação e governança democrática. Nas Américas, por exemplo, surge a ideia de uma ampliação dos Estados Unidos em um modelo semelhante ao europeu, formando os chamados “Estados Unidos das Américas”.

Na Europa, a própria União Europeia serviria como base consolidada de integração. No mundo árabe, a Liga Árabe poderia representar um eixo de unidade cultural e política. Já na África, a União Africana teria um papel central, com a ressalva de uma organização complementar em relação ao bloco árabe.


🌏 Potências Continentais e Equilíbrio Global

Além das uniões regionais, algumas nações já operam, na prática, como potências continentais. Países como Rússia, China e Índia possuem dimensões territoriais, populacionais e geopolíticas que lhes conferem um papel estratégico natural nesse novo arranjo global.

Na Oceania, a Austrália surge como núcleo de uma possível nação continental, enquanto o Japão, mesmo fora de um bloco continental clássico, mantém relevância estratégica suficiente para ser considerado uma peça-chave no equilíbrio global.

Essa configuração sugere um mundo menos fragmentado, mas ainda plural, onde diferentes centros de poder coexistem sob uma lógica de cooperação.


⚖️ Entre Cooperação e Risco de Centralização

A reorganização do mundo em nações continentais levanta, inevitavelmente, questões críticas. A principal delas diz respeito ao risco de concentração de poder. Estruturas maiores podem facilitar a coordenação global, mas também podem ampliar o alcance de decisões equivocadas.

Por outro lado, quando essas uniões são construídas de forma democrática e voluntária, elas podem fortalecer a estabilidade internacional, reduzir conflitos e criar mecanismos mais eficazes de governança global. Mais uma vez, o ponto central não está no tamanho das estruturas, mas na forma como elas são organizadas e conduzidas.


🧠 A Lógica da Unicracia no Século XXI

A proposta das Nações Continentais se encaixa dentro de uma visão mais ampla defendida pela Unicracia: a de que a humanidade precisa evoluir suas estruturas políticas para acompanhar sua realidade interconectada. Em vez de um império global centralizado, a ideia aponta para uma rede de grandes uniões democráticas.

Esse modelo permitiria equilibrar unidade e diversidade, criando um sistema onde decisões globais podem ser tomadas com maior eficiência, sem eliminar completamente as particularidades regionais. Trata-se de uma tentativa de evitar tanto o caos da fragmentação quanto o risco do autoritarismo absoluto.


🧭 Conclusão: O Futuro da Organização Humana

Pensar o mundo em termos de nações continentais é, acima de tudo, um exercício de adaptação histórica. A forma como a humanidade se organiza politicamente nunca foi estática, e o século XXI pode representar mais uma grande transição nesse processo.

A proposta não está isenta de desafios, nem deve ser aceita sem reflexão crítica. No entanto, ela abre espaço para um debate necessário: como estruturar um mundo cada vez mais interdependente sem repetir os erros do passado.

Talvez o futuro não esteja na eliminação das nações, mas na sua transformação em algo maior, mais coordenado e, sobretudo, mais consciente de sua responsabilidade global.

                                           

CHESTER NEWS – ESPECIAL UNICRACIA

                     Figura 4. Parlamentos das Nações Continentais da Unicracia.

Democracia Global - Parte III.

🌍 Poder Global sem Ditadura: É Possível?

A ideia de um sistema político global costuma despertar uma reação imediata: o medo de um governo central autoritário. A associação entre poder global e ditadura é quase automática, alimentada por séculos de experiências históricas onde grandes estruturas de poder significaram controle, imposição e ausência de liberdade.

No entanto, a proposta da Unicracia segue um caminho diferente. Em vez de concentrar poder em uma única autoridade absoluta, ela sugere um modelo distribuído, onde a legitimidade das decisões depende de múltiplos níveis de aprovação democrática.


🏛️ Um Sistema Baseado em Parlamentos

No centro dessa proposta está a criação de parlamentos continentais e regionais, responsáveis por representar os interesses de suas respectivas populações. Esses parlamentos não funcionariam como meros órgãos simbólicos, mas como instâncias reais de poder e deliberação.

Cada distrito — como as Américas, Europa, África, Ásia e demais regiões — teria seu próprio parlamento, refletindo suas culturas, necessidades e prioridades. Isso garante que nenhuma decisão global ignore as particularidades locais.


⚖️ O Princípio Fundamental: Nenhuma Lei Sem Consenso Global

O ponto mais importante do modelo é simples, mas profundo: nenhuma lei de alcance global poderia ser imposta unilateralmente.

Para que uma norma tenha validade dentro da Unicracia, ela precisaria passar por um processo rigoroso. Primeiro, seria debatida e aprovada nos parlamentos das diferentes jurisdições continentais. Somente após esse consenso amplo, a proposta seguiria para uma instância superior.

Esse mecanismo impede a concentração de poder e cria uma barreira estrutural contra decisões autoritárias.


🌐 O Papel do Parlamento Mundial

Após a aprovação nos parlamentos regionais, as propostas seriam encaminhadas ao Parlamento Mundial, localizado em Jerusalém, em Israel.

Esse órgão funcionaria como a instância final de validação. No entanto, seu papel não seria o de impor decisões, mas sim de consolidar aquilo que já foi amplamente aceito pelos diferentes blocos do mundo.

Apenas leis e tratados com verdadeiro consenso internacional alcançariam esse nível, garantindo que decisões globais sejam, de fato, globais em sua legitimidade.


🧠 Democracia em Escala Planetária

O modelo proposto representa uma tentativa de expandir o conceito de democracia para além das fronteiras nacionais. Em vez de decisões isoladas por países, a governança passaria a ser construída de forma coletiva, respeitando tanto a diversidade quanto a necessidade de coordenação global.

Isso não elimina conflitos ou divergências, mas cria um sistema onde o diálogo se torna obrigatório. Nenhuma região poderia simplesmente impor sua vontade às demais sem passar pelo crivo democrático global.


⚠️ Desafios e Limites

Apesar de sua proposta estruturada, o modelo levanta questões importantes. Alcançar consenso entre diferentes culturas, sistemas políticos e interesses econômicos não é uma tarefa simples. O processo pode ser lento e, em alguns casos, travado por impasses.

Por outro lado, essa própria dificuldade pode ser vista como uma proteção. Sistemas que exigem amplo consenso tendem a evitar decisões precipitadas ou concentradas em poucos atores.


🧭 Conclusão: O Poder que Precisa Convencer, Não Impor

A proposta da Democracia Global na Unicracia redefine a lógica do poder. Em vez de um sistema que domina, surge a ideia de um sistema que precisa convencer. A autoridade não vem da força, mas do consenso.

Isso não significa ausência de poder, mas sim uma transformação na sua natureza. O poder deixa de ser vertical e passa a ser distribuído, condicionado à aceitação coletiva.

Se esse modelo é plenamente viável ainda é uma questão em aberto. Mas ele apresenta uma alternativa clara ao velho dilema entre desordem global e controle absoluto: um caminho onde governar o mundo não significa dominá-lo, mas coordená-lo com base na vontade comum.




CHESTER NEWS – ESPECIAL AZTERISMO

Azterismo: A Ideologia da Unicracia no Século XXI - Parte IV.

🌍 A Evolução da Unicracia: Do Sistema à Ideologia

Após a proposta estrutural apresentada pela Unicracia — um modelo de organização política global baseado em cooperação entre nações — surge agora um novo elemento essencial para sua consolidação: o Azterismo. Se a Unicracia representa a arquitetura institucional de um mundo unificado, o Azterismo surge como a ideologia que orienta seu funcionamento no século XXI.

Essa transição é natural em qualquer grande sistema político. Estruturas sem princípios tornam-se frágeis, enquanto ideologias sem aplicação prática permanecem abstratas. O Azterismo, nesse contexto, atua como o elo entre teoria e prática, oferecendo दिशा ética, tecnológica e social para a governança global.


🧠 Uma Ideologia de “A a Z”: O Conceito de Totalidade

O próprio nome Azterismo carrega seu princípio central: uma ideologia completa, pensada “de A a Z”. Isso significa não apenas propor mudanças pontuais, mas estruturar um sistema abrangente que envolva política, economia, tecnologia e comportamento social.

Diferente de ideologias tradicionais que focam em apenas um eixo — seja econômico ou político — o Azterismo busca integrar múltiplas dimensões da vida humana. A proposta não é substituir sistemas existentes de forma abrupta, mas evoluí-los para uma nova realidade global mais coordenada e consciente.


🤖 Tecnologia com Ética: O Pilar do Século XXI

No coração do Azterismo está a ideia de que a tecnologia deve servir à humanidade, e não o contrário. Em uma era dominada por dados e inteligência artificial, o desafio não é apenas inovar, mas garantir que essas inovações sejam utilizadas de forma justa e responsável.

Essa visão propõe um uso consciente da tecnologia como ferramenta de organização social, capaz de aumentar a transparência, melhorar decisões públicas e reduzir desigualdades. No entanto, ao contrário de modelos puramente tecnocráticos, o Azterismo insiste que toda tecnologia deve ser guiada por princípios éticos bem definidos.


⚖️ Entre Mérito e Justiça: Um Novo Equilíbrio Global

Um dos aspectos mais marcantes do Azterismo é sua tentativa de equilibrar meritocracia e justiça social. Em vez de tratar esses conceitos como opostos, a ideologia propõe uma síntese onde o mérito individual é valorizado sem ignorar as condições coletivas.

A lógica é simples, mas poderosa: o desenvolvimento individual deve contribuir para o progresso coletivo. Isso redefine a competição, transformando-a em um mecanismo de evolução social e não de exclusão.


📊 O Sistema de Score Social: Incentivo ou Controle?

Um dos pontos mais debatidos do Azterismo é a proposta de um sistema de score social, que busca incentivar comportamentos éticos e colaborativos. A ideia é criar uma sociedade onde ações positivas sejam reconhecidas e recompensadas de forma estruturada.

Experiências já observadas em países como a China mostram que esse tipo de sistema pode gerar preocupações legítimas sobre liberdade individual e privacidade. O Azterismo, no entanto, propõe uma abordagem diferente: transparente, participativa e orientada por princípios democráticos.

Ainda assim, o debate permanece aberto, reforçando a necessidade de equilíbrio entre inovação social e preservação de direitos fundamentais.


🌐 Governança Global: A Aplicação na Unicracia

Dentro da estrutura da Unicracia, o Azterismo encontra seu campo de aplicação prática. A ideologia orienta decisões, políticas públicas e relações entre as nações continentais, criando uma base comum para cooperação global.

Modelos existentes, como a União Europeia, demonstram que a integração entre diferentes países é possível quando há قواعد claras e objetivos compartilhados. O Azterismo amplia essa lógica para um nível global, adaptando-a às complexidades do século XXI.


🧩 Competição Ética: Redefinindo o Progresso

Outro elemento central da ideologia é a transformação da competição em um processo ético. Em vez de rivalidade destrutiva, o Azterismo propõe uma dinâmica onde competir significa melhorar, inovar e contribuir para o coletivo.

Essa mudança de mentalidade pode parecer sutil, mas tem implicações profundas. Ela redefine o próprio conceito de sucesso, afastando-o da lógica de dominação e aproximando-o de uma visão de desenvolvimento compartilhado.


⚠️ Desafios de uma Ideologia Global

Como toda proposta de grande escala, o Azterismo enfrenta desafios significativos. A implementação de um sistema global baseado em tecnologia, ética e participação exige níveis elevados de confiança institucional e maturidade política.

Além disso, a diversidade cultural do mundo impõe limites à padronização de valores e práticas. O que é considerado ético em uma região pode não ser em outra, exigindo flexibilidade e diálogo constante dentro do sistema.


🧭 Conclusão: A Ideologia que Dá Sentido ao Sistema

O Azterismo não surge como uma ruptura isolada, mas como a continuidade lógica da Unicracia. Ele fornece o conteúdo ideológico necessário para que a estrutura global proposta funcione de forma equilibrada e sustentável.

Se a Unicracia representa a forma, o Azterismo representa o conteúdo. Juntos, eles desenham uma visão de futuro onde tecnologia, ética e governança caminham lado a lado, buscando responder aos desafios de um mundo cada vez mais interdependente.

Mais do que uma teoria, o Azterismo propõe um novo paradigma: não apenas organizar o mundo, mas orientar seu desenvolvimento de forma consciente, justa e verdadeiramente global.


                    Fig. 5 Azterismo como nova ONU da Unicracia. Ideologia do Século XXI.

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terça-feira, 28 de junho de 2016

A grande batalha oculta por de trás do Brexit: Globalismo vs Separatismo


Artigo Chester NEWS 28.06.2016 Área Temática: Relações Internacionais estratégia internacional.

Qual é a grande batalha oculta por trás do Brexit (Saída do Reino Unido da União Europeia) que forças estão atuando?


Escrito por Chester Martins Pelegrini[1]

Quem acompanha as notícias internacionais percebeu que a saída do Reino Unido da União Europeia bagunçou o cenário político e econômico mundial um pouco mais que o esperado. Alguns jornalistas, economistas e analistas políticos vinham alertando, mas o fato é que foi um pouco pior.

Bolsas no mundo inteiro caíram diante das incertezas referentes ao movimento que ficou conhecido como Brexit (termo em inglês para "saída britânica") em oposição ao Bremain (movimento para permanecer na União Europeia) que foi o que perdeu o referendo e, portanto, a população decidiu sair de vez da União Europeia.

Muitos tentam entender os motivos desta saída que os jornalistas já vinham antecipando: problemas burocráticos da União Europeia, insatisfação dos britânicos em relação à imigração, perda de poder do Reino Unido em relação às votações da UE (O Reino Unido no início da UE tinha mais poder de voto, com a ampliação da UE para diversos países o peso do país proporcionalmente diminuiu) e até a falta de liberdade e autonomia política que segundo os ingleses estavam sufocando o país.

Vários motivos foram alegados, inclusive que o Reino Unido poderia crescer sua economia de forma mais robusta caso saísse.

A questão é que após a saída se confirmar, pelo menos no campo econômico os britânicos já sentiram um efeito. Duas agências de classificação de riscos retiraram a nota dos títulos da dívida do país perdendo o Triplo À (Nota máxima):

A agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu hoje (27) a nota de crédito do Reino Unido de AAA para AA e manteve como negativas as perspectivas do país devido ao resultado do referendo da semana passada. [...] Após a Standard & Poor's, a agência e classificação de risco Fitch também reduziu a nota de crédito do Reino Unido, que passou de AA+ para AA.[2]

Mas numa questão mais em longo prazo e estrutural, o que estaria por trás desta luta entre a permanência do Reino Unido na União Europeia?

Desde o fim da década de 90 aos anos 2010 o mundo viveu os efeitos de um movimento que ficou conhecido como globalização.

O termo estava na moda por cerca de 20 anos, e referia-se em parte a uma maior conectividade das finanças, cultura, tecnologias, transporte que foram difundidas ao redor do mundo que pareciam que estavam derrubando todas as fronteiras entre os países.

Mas este movimento teve algumas resistências. Contra a globalização que muitos apelidaram de “projeto neoliberal capitalista” começou a ter protestos “antiglobalização” geralmente em fóruns como o Fórum de Davos[3] (Fórum Econômico Mundial ou FEM) onde os políticos e poderosos se reúnem para discutir assuntos de interesse globais.

A partir destes movimentos políticos de globalização, muitas teorias conspiratórias na internet foram sendo popularizadas no sentido de que uma suposta elite secreta mundial teria plano de estabelecer um “Estado Único Mundial” que “escravizaria” toda a humanidade.

Sendo verdade ou não, o fato é que existe um movimento político mundial organizado, chamado de “Federalismo Mundial”, que realmente prega que as Nações Unidas fossem reformadas para que a ONU formasse um Governo Mundial Único, e isto não é conspiração é um movimento político legítimo e aberto em todo o mundo.

Só que deste movimento da globalização, surgiu outra nomenclatura mais atual que se denominou “globalismo”, ou seja, seriam estes partidários a favor do também novo termo que surgiu: “mundialismo”.

Estes dois termos se referem a uma tentativa de transformar todas as culturas em “aceitáveis” para que no final todas se unissem em paz, movimento político que às vezes tem ligações religiosas também, onde os cristãos protestantes (evangélicos) entendem que toda forma de ecumenismo entre diversas religiões, seriam um prenúncio de um “Governo Único Mundial” que iria por fim destruir toda a cultura ocidental, baseada nos valores religiosos judaico-cristãos e nos ideais (filosóficos e jurídicos) greco-romanos.

Independente das teorias conspiratórias, do ponto de vista histórico e amplo, a saída do Reino Unido pode ser um daqueles momentos chaves que mudam o rumo da história. Os mais tendentes a acreditar em teorias da conspiração acreditam que grupos secretos tem o condão de ditar os rumos da humanidade, como o grupo “Bildeberg”[4] quando haveria guerras, crises políticas e econômicas, entre outros acontecimentos relevantes mundiais.

Não sabemos se estes fatos são aleatórios ou planejados por forças ocultas mas o fato é que a globalização estava se intensificando e o movimento federalista mundial estava obtendo sucesso na integração dos países, pelo menos até agora.

Temos por exemplo várias organizações federalistas tais como o Mercosul, NAFTA, OEA, União Europeia, União Africana, Liga Árabe e diversas outras federações ou confederações de países unidos em diversas organizações de diversos formatos.

Todas elas foram de certa forma uma vitória dos federalistas mundiais, ou seja, a tendência dominante nas últimas décadas era a aglutinação dos países e grupos cada vez maiores.

A saída do Reino Unido pode ser um caso isolado, ou um momento chave de “retrocesso” no movimento globalista.

A União Europeia é tida como um exemplo de federalismo mundial (União de países) e todo o mundo estão atentos ao que acontece na Europa.

Se a UE naufragar todo o projeto federalista mundial corre perigo, pois, se o federalismo falhar na União Europeia, um dos continentes mais ricos do mundo em que lugar daria certo?

Uma suposta “Queda da UE” para o movimento federalista mundial seria semelhante a “Queda do Muro de Berlim” simbolizou para os movimentos de esquerda, em especial o do comunismo e socialismo.

Seria a “morte prematura” de mais uma “utopia social”, a de que países poderiam se unir, até quem sabe uma unificação política total, num único Estado Mundial (World State) que traria um longo período de paz, segurança e estabilidade.

Mas pelo que vimos pelo jeito à humanidade está muito longe de alcançar este nível de convivência pacífica e vamos torcer para que essa atitude do Reino Unido não se espalhe por todo o mundo, fazendo com que os países voltem a ter uma onda xenófoba, se fechem, fechem suas fronteiras, tenham surtos de nacionalismos, pois foi justamente isto que ocorreu antes das primeiras e segunda guerras mundiais: uma mistura de intolerância, xenofobia e retrocesso nas relações entre os países, que até meados de 2010 acreditávamos que o mundo estava livre, mas estes acontecimentos aleatórios (ou não segundo conspiracionistas) mostram que as coisas podem retroceder muito e ainda em muito pouco tempo.

Se há alguém ou um grupo coordenando essa “loucura” toda ninguém pode afirmar ao certo, mas uma coisa é certa, o mundo é muito mais seguro com os países se unindo do que o contrário. A própria Europa que o diga, já que eles foram um dos que mais sofreram os efeitos das duas guerras mundiais.

A nós meros mortais só nos cabe observar e torcer para que o mundo não tenha uma nova onda de separatismos, pois muitos reclamam da globalização é porque desconhecem ou ignoram os efeitos dos “separatismos” e “regionalismos”. Se o mundo inteiro se fragmentar em diversas regiões, o mundo pode ficar muito mais inseguro. Se o mundo já é inseguro sem um Estado Mundial (World State) e já é difícil o diálogo com cerca de 200 países, se vários países se desintegrarem com certeza o diálogo entre as nações ficaria mais difícil ainda.

Se há mesmo uma organização secreta dominando o mundo, pelo jeito os “donos do mundo” ou estão se desentendendo, ou mudaram de ideia (risos) ou estratégia.





[1] Escrito por (Chester) M. Pelegrini. Graduado em Direito (Unoeste-2009) e pós-graduado em Direito Tributário (Instituto LFG-2012). Autor dos E-books: Capitalismo Trabalhista (Ideologia de centro-esquerda baseados em um novo pacto social entre o Capital e o Trabalho, baseados na estabilidade e propriedade privada do emprego) PELEGRINI, Chester Martins. Capitalismo Trabalhista. Santos. São Paulo. 2013. Disponível a venda na Amazon em:http://www.amazon.com/Capitalismo-Trabalhista-Portuguese-Edition-Pelegrini-ebook/dp/B00V0V4C4I Acesso em 6 nov. 2015. Blog de divulgação do livro: http://livrocapitalismotrabalhista.blogspot.com.br/ e Também do E-Book sobre profecias Bíblicas, filosofia da religião referentes ao Juízo Final: A Chave de Davi - o Deus de Abraão PELEGRINI, Chester Martins. A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355). Santos. São Paulo. 2013. Disponível a venda na Amazon em:http://www.amazon.com.br/Chave-Davi-Deus-Abraão-1095-2355-ebook/dp/B00UY8VC32 Acesso em 6 nov. 2015. Blog de divulgação do livro: http://judaismocristaoislamico.blogspot.com.br/ Ambos a venda na Amazon.br.
O autor é escritor e inventor por hobby. Criou três negócios baseados em tecnologia e inovações próprias (Startup´s).Criou três inovações na área de TI (Tecnologia da Informação). Um chama-se Linkode® (pagamento via celular com códigos de barras, o modelo de utilidade dá outra utilidade para os códigos de barras, a ideia da patente já está sendo utilizada por vários bancos nacionais), patente na qual foi depositada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 2008 sob o número: MU 8803246-9, (pedido ainda em andamento) 
https://gru.inpi.gov.br/pePI/jsp/patentes/PatenteSearchBasico.jsp(digitar o número acima no campo "Contenha o Número do Pedido") A outra inovação é o Mimbdstar© (Manual de Instruções Multimídia de Bens Duráveis) utilizado em grandes multinacionais na década passada de 2.000 registrado como propriedade intelectual no US Copyright Office http://mimbdstar.blogspot.com.br/ e https://gust.com/companies/mimbdstar. Foi amplamente utilizada por diversas multinacionais após apresentação: Philips, Mercedes-Benz (Chrysler), Volvo, entre outras multinacionais e empresas nacionais. O Autor recebeu royalties (renda da propriedade intelectual) via judicial e extra-judicial desta inovação.
Atualmente trabalha na “start-up” do aplicativo de celular Gownow© de Comércio Eletrônico do qual é detentor dos Copyrights (Direitos Autorais, ou seja, da propriedade intelectual) Disponível em: 
http://gownowapp.blogspot.com.br/ Atualmente o autor escreve os e-books sobre o projeto político-filosófico de estabelecimento de um Estado Mundial (World State): O DESAFIO DO SÉCULO XXI – GOVERNO ÚNICO MUNDIAL - ESTADO FEDERALISTA MUNDIAL: UMA PROPOSTA POLÍTICA OU UTOPIA SOCIAL? Introdução disponível em: http://governofederalistamundial.blogspot.com.br/. (Lançamento provável Amazon 2020)
Escreve também o E-book: O Cálice do Mago Sábio, sobre psicologia, autoajuda e sabedoria. (Lançamento provável Amazon 2020).Introdução disponível em: 
http://livrocalicedomagosabio.blogspot.com.br/2016/05/introducao-ao-livro-calice-do-mago-sabio.html E por fim o E-book: Estados Unidos: 52 - A União Política, econômica e militar dos dois irmãos americanos. Utopia ou uma hipótese? (Lançamento provável Amazon 2020), trata-se de três propostas filosóficas políticas; uma radical, de fusão entre o Brasil e os Estados Unidos, uma média com a instalação de uma União Americana (aos moldes da União Europeia e antiga ALCA) e a mais branda de aprimorar a OEA (Organização dos Estados Americanos) fazendo um “Parlamento Americano” aos moldes do Parlamento Europeu e a criação de um “Banco Central Americano” (também aos moldes do BCE -Banco Central Europeu). Introdução disponível em: http://livroestadosunidosincluindobrasil.blogspot.com.br/2016/05/livro-brasil-como-52-quinquagesimo.html.(Lançamento provável Amazon 2020). Também escreve sobre assuntos variados de seu interesse sobre Política, Economia, Relações Internacionais, Filosofia, Direito e Religiões que são relevantes em seu Blog Chester Pelegrinihttp://chesterpelegrini.blogspot.com.br/ .
[2] Exame. Economia. Após S&P, Fitch também corta rating do Reino Unido. 27 jun. 2016. Disponível em: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/apos-s-p-fitch-tambem-corta-rating-do-reino-unido Acesso em 28 jun. 2016.
[3] Fórum Econômico Mundial ou FEM é uma organização sem fins lucrativos baseada em Genebra, é mais conhecido por suas reuniões anuais em Davos, Suíça nas quais reúne os principais líderes empresariais e políticos, assim como intelectuais e jornalistas selecionados para discutir as questões mais urgentes enfrentadas mundialmente, incluindo saúde e meio-ambiente. O Fórum também organiza a "Reunião Mundial dos Novos Campeões" na China e vários encontros regionais durante todo o ano. Em 2008, essas reuniões regionais incluíram eventos na Europa e Ásia Central, Ásia Ocidental, a Mesa Redonda de CEOs na Rússia, África, Oriente Médio e o Fórum Econômico Mundial na América Latina. Em 2008, lançou a "Cúpula Inaugural da Agenda Global", em Dubai, formada por 700 especialistas de todo o mundo em setores relacionados aos 68 desafios globais identificados pelo Fórum.
[4] Grupo Bilderberg, Conferência de Bilderberg, Reuniões de Bilderberg ou Clube de Bilderberg é uma conferência anual privada estabelecida em 1954 para cerca de 150 especialistas em indústria, finanças, educação e meios de comunicação que fazem parte da elite política e econômica da Europa e da América anglo-saxônica.