Artigo Chester NEWS Especial - Cenário 2026 10/12/2025
Escrito por Chester Martins Pelegrini.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Por Chester NEWS – Blog Estratégico de Geopolítica
Santos, Estado de São Paulo, Estados Unidos do Brazil, 16 de outubro de 2025. América.
(É do Sul, mas é América!).
A crescente tensão entre Estados Unidos e Venezuela reacende o temor de uma crise militar de grandes proporções no continente sul-americano — uma região que, historicamente, busca evitar confrontos interestatais diretos. No entanto, a deterioração política da Venezuela, somada ao agravamento da situação humanitária e à retórica hostil entre Caracas e Washington, levanta a pergunta inevitável: há como evitar uma guerra na América do Sul?
A verdade incômoda é que, para a Venezuela, restam poucas alternativas além da mudança de regime. O governo de Nicolás Maduro, isolado diplomática e economicamente, enfrenta sanções severas e uma população cada vez mais exaurida. Internamente, o país se tornou uma economia colapsada, dependente do petróleo e do apoio político de aliados como Rússia, China e Irã. Externamente, é visto pelos Estados Unidos como um foco de instabilidade e autoritarismo em seu “quintal estratégico”.
É importante reconhecer que os Estados Unidos são, de fato, um poder imperialista, com histórico de intervenções diretas e indiretas em diversas partes do mundo. No entanto, o império norte-americano possui uma característica peculiar: ele não tolera outras ditaduras nas Américas — sejam elas no Norte, no Centro ou no Sul. Desde a Doutrina Monroe, formulada em 1823, a política externa de Washington deixou claro que o continente americano é visto como uma zona de influência onde regimes autoritários não têm espaço duradouro.
O Brasil, por sua vez, encontra-se em uma posição delicada. Embora tradicionalmente adote uma política de não intervenção e diplomacia pragmática, sua proximidade geográfica e econômica com a Venezuela pode arrastá-lo, direta ou indiretamente, para o centro da disputa. A eventual participação do Brasil — ainda que apenas em missões de paz ou sanções coordenadas — o colocaria em um dilema geopolítico entre o alinhamento com o Ocidente e o risco de isolamento regional.
Evitar a guerra, portanto, depende de uma transição política pacífica na Venezuela, apoiada por mediação internacional legítima e por garantias de estabilidade interna após a saída de Maduro. Sem isso, a América do Sul corre o risco de se tornar palco de um conflito por procuração entre grandes potências, algo que o continente não presencia desde a Guerra Fria.
Em última instância, a paz sul-americana dependerá da maturidade diplomática de seus líderes e da capacidade dos Estados Unidos de exercer influência sem recorrer à força. O colapso de um regime autoritário não precisa significar o início de uma guerra — mas a história mostra que, quando as mudanças não ocorrem por vias políticas, elas acabam sendo impostas pela força das armas.
Fim do Artigo.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Por Chester NEWS – Blog Estratégico de Geopolítica.
Santos, Estado de São Paulo, Estados Unidos do Brazil.
(É do sul mas é América!), 16 de outubro de 2025.
Nos últimos anos, os BRICS — originalmente concebidos como um agrupamento econômico de mercados emergentes (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) — evoluíram para um bloco político de peso crescente no cenário internacional. A ampliação do grupo, agora incluindo países como Irã, Egito e Etiópia, consolidou o caráter geopolítico dessa aliança, que passou a desafiar diretamente o eixo de poder tradicional liderado pelos Estados Unidos e seus aliados da OTAN.
A recente escalada de tensões comerciais, simbolizada pelo chamado tarifaço promovido pelo governo norte-americano sob Donald Trump e as novas ameaças tarifárias dirigidas aos países dos BRICS, revela mais do que simples medidas protecionistas: trata-se de um realinhamento estratégico global. O mundo parece caminhar para uma divisão nítida entre dois grandes blocos — de um lado, o Norte Global e seus aliados ocidentais; de outro, o Sul Global, liderado pelos BRICS e seus parceiros estratégicos.
Diversos analistas interpretam esse fenômeno como o início de uma Desglobalização, um processo em que as economias passam a se fechar em torno de afinidades políticas e ideológicas. Outros preferem o termo “globalização bipolar”, uma nova etapa da interdependência internacional em que coexistem dois sistemas paralelos de produção, comércio, finanças e defesa — cada um buscando autonomia tecnológica, energética e militar.
O risco desse cenário é evidente: a criação de circuitos econômicos fechados entre os blocos. Se cada lado concentrar seu comércio, seus insumos industriais e até suas cadeias de armamentos apenas entre aliados “confiáveis”, o mundo perderá os benefícios da interdependência que sustentou o crescimento global nas últimas décadas. O friendshoring — termo usado para designar a realocação de cadeias produtivas em países “amigos” —, embora estratégico sob o ponto de vista de segurança nacional, tende a reduzir a eficiência econômica, elevar custos e aprofundar desigualdades entre nações.
Essa fragmentação econômica e política representa um retrocesso sistêmico na governança global. Em vez de promover a cooperação multilateral, a competição entre blocos pode intensificar crises regionais, limitar o acesso de países em desenvolvimento a tecnologias e investimentos, e, em última instância, agravar tensões geopolíticas já latentes.
Os BRICS, ao se consolidarem como uma alternativa de poder global, trouxeram diversidade à ordem internacional — mas também reacenderam o espírito de rivalidade estrutural que marcou o século XX. A era da globalização unipolar parece chegar ao fim, substituída por um mundo onde a eficiência econômica cede espaço à segurança estratégica.
O desafio que se impõe, portanto, é evitar que a nova bipolaridade econômica se torne um novo tipo de Guerra Fria, em que a lógica da cooperação dá lugar à desconfiança. A prosperidade global, afinal, depende menos de alianças exclusivas e mais da capacidade de convivência entre diferentes polos de poder.
Fim.
*O Editor fez o texto com prompts ao GPT com instruções para escrever este artigo em 16.10.2025.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Chester News
O mundo encontra-se à beira de uma reconfiguração histórica. O Irã parece ter feito sua escolha: arriscar a paz global para não abrir mão de seu programa nuclear. A república islâmica, isolada do Ocidente e fortalecida por décadas de resistência geopolítica, agora joga todas as suas fichas num tabuleiro que se estreita a cada movimento.
O que antes era uma especulação, hoje se mostra como uma quase certeza: o programa nuclear iraniano avançou além dos limites de contenção diplomática. Após o colapso definitivo do Acordo Nuclear de 2015 (JCPOA) e uma sucessão de sanções, sabotagens e retaliações, Teerã não apenas acelerou seu enriquecimento de urânio, como assumiu o risco político e militar de cruzar a linha vermelha que as potências ocidentais traçaram há décadas.
O mais impressionante, porém, não é o avanço tecnológico, mas a aposta estratégica do Irã: ao manter seu programa ativo mesmo sob a sombra de guerra, ele condiciona o destino da paz mundial à sua autodeterminação nuclear.
A resposta global, como previsto, fragmentou-se em dois blocos — e remete a uma antiga profecia sobre os "quatro grandes reis" que influenciariam os últimos dias da estabilidade mundial.
EUA e União Europeia, com seus aparatos diplomáticos e militares, atuaram de forma coordenada para conter Israel, cujo governo sinalizou estar pronto para agir unilateralmente contra as instalações nucleares iranianas. Washington e Bruxelas preferem evitar uma guerra regional que poderia inflamar todo o Oriente Médio e impactar profundamente o mercado energético global.
China e Rússia, por sua vez, atuaram discretamente, mas com firmeza, para conter o próprio Irã. Ambos têm interesses comerciais, energéticos e estratégicos com Teerã, mas sabem que uma escalada descontrolada — especialmente com armas nucleares — poderia romper o frágil equilíbrio de alianças globais.
Estamos, portanto, diante de uma contenção cruzada: cada superpotência segurando seu aliado mais inflamável.
O dilema do Irã é claro: sem dissuasão nuclear, sua soberania está vulnerável. O dilema do Ocidente também é evidente: se aceitar a nuclearização iraniana, abrirá precedentes devastadores para a não-proliferação global. Enquanto isso, as potências emergentes jogam xadrez em múltiplos tabuleiros, buscando garantir recursos, influência e sobrevivência.
Em outras palavras: todos estão jogando alto — mas ninguém tanto quanto o Irã.
A história nos lembra que impérios caem, alianças mudam, e nações apostam tudo quando sentem que não têm mais nada a perder. O que está em jogo agora não é apenas a segurança do Oriente Médio, mas a credibilidade das estruturas de ordem internacional.
Se a aposta iraniana vencer, entramos em uma nova era nuclear multipolar.
Se perder, o preço poderá ser impagável — em sangue, petróleo e ruínas.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Brasília, 23 de junho de 2025
O mundo volta os olhos novamente para o Oriente Médio. A recente intensificação do conflito entre Israel e Irã levou o Líder Supremo do Irã a ordenar o fechamento do Estreito de Ormuz, um dos pontos mais estratégicos do planeta. Por ali transita aproximadamente 20% de todo o petróleo consumido no mundo, incluindo as exportações da Arábia Saudita e do próprio Irã, dois dos maiores produtores globais.
A decisão iraniana, além de um movimento geopolítico ousado, representa uma ameaça imediata à estabilidade dos mercados globais, à logística do petróleo e, sobretudo, à inflação internacional. A história mostra que conflitos nessa região têm o poder de gerar choques energéticos com efeitos profundos e duradouros sobre as economias — inclusive no Brasil.
O embargo dos países árabes aos EUA e seus aliados fez o preço do barril quadruplicar.
Inflação disparou no mundo todo.
Países como o Brasil enfrentaram recessão e desequilíbrio fiscal.
Queda de produção e incerteza elevaram os preços em mais de 100%.
O mundo entrou na chamada segunda crise do petróleo.
Inflação global disparou. O Brasil viu o IPCA atingir mais de 70% ao ano.
Ambos os países atacavam navios petroleiros no Golfo Pérsico.
Os preços do petróleo permaneceram voláteis por quase uma década.
O Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz.
Preço do barril subiu mais de 20% em semanas.
Houve pressão inflacionária mesmo em países com estabilidade monetária.
A ameaça real e imediata de bloqueio do Estreito de Ormuz eleva os preços do petróleo nos mercados futuros e aumenta a insegurança energética global. A inflação tende a retornar com força, especialmente em países dependentes de combustíveis fósseis importados.
No Brasil, embora a matriz energética seja mais diversificada, os impactos são sentidos via:
Aumento do preço dos combustíveis (gasolina, diesel, gás).
Alta nos custos logísticos e alimentares.
Pressão inflacionária via cadeias produtivas e câmbio.
Durante o fim do lockdown em 2021, o Banco Central do Brasil foi um dos primeiros do mundo a subir os juros de forma preventiva, à frente de países como os EUA e as nações da zona do euro.
A inflação, que ameaçava ultrapassar dois dígitos, foi controlada rapidamente.
O Brasil voltou a crescer já em 2023, antes de várias economias desenvolvidas.
O país ganhou credibilidade internacional, tornando-se exemplo de política monetária proativa.
Diante do novo cenário de risco inflacionário global, o Chester NEWS orienta:
> Levantar os juros preventivamente pode novamente salvar a economia.
Aguardar a inflação disparar seria um erro semelhante ao cometido por bancos centrais europeus e norte-americanos em 2022.
A credibilidade construída nos últimos anos deve ser mantida.
Mesmo que o impacto ainda não tenha chegado ao consumidor, o canal cambial já pressiona os preços.
O BCB precisa agir como um farol em meio à tempestade global, antecipando-se ao ciclo inflacionário.
A economia global está mais uma vez diante de uma encruzilhada: ou se antecipa à inflação ou será atropelada por ela. O Brasil, que já demonstrou competência e visão estratégica no pós-pandemia, tem hoje a oportunidade de repetir o acerto.
A lição da história é clara: crises no Oriente Médio sempre resultaram em picos inflacionários.
A missão agora é agir antes da curva subir.
Assinatura: Chester NEWS – Estratégia e Economia Internacional
Por um Brasil consciente, soberano e protagonista no cenário global.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Edição Especial – ChesterNEWS
> “No fundo da menor partícula, habita o eco do universo inteiro.”
— ChesterNEWS
O que há de mais minúsculo no universo — o átomo — abriga em si o poder de moldar ou destruir civilizações. A menor medida da matéria é também a mais colossal em potência. E não é exatamente aí, nesse paradoxo, que ciência e espiritualidade se encontram?
Durante séculos, a busca espiritual procurou o divino nas alturas celestes, enquanto a ciência olhava para o microscópio. Hoje, ambas se encontram no mesmo altar: o núcleo atômico. A explosão de um único átomo pode devastar cidades, mudar a geopolítica mundial, ou alimentar uma usina que ilumina milhões de lares. O mesmo elemento carrega criação e destruição. Bênção ou juízo. Energia ou Apocalipse.
A antiga máxima hermética — “Assim como é acima, é abaixo; como é dentro, é fora” — nunca fez tanto sentido. O átomo é um microcosmo do cosmo. Seu núcleo é o “sol interno”; seus elétrons, planetas em dança.
Se olharmos bem, o átomo é uma miniatura do universo. Ou, talvez, o universo seja um átomo em escala infinita.
A espiritualidade sempre falou da unidade de todas as coisas. Agora, a física moderna começa a dizer o mesmo: que tudo está conectado por forças invisíveis, que a realidade é moldada pelo observador, que o “vazio” é cheio de energia quântica.
Se há um símbolo moderno do sagrado e do profano, é o uso da energia atômica.
Com ela, podemos curar (medicina nuclear), iluminar (energia limpa), ou exterminar (armas de destruição).
Ela não é neutra: é um espelho da nossa consciência coletiva.
> O átomo não decide.
Nós é que decidimos o que ele será.
Por isso, não é exagero afirmar que a espiritualidade do futuro passará pela ética da ciência. A era da fé cega já passou. A era da razão sem alma também está ruindo. O que vem é a era da integração: do átomo ao espírito, do laboratório ao altar.
A bomba atômica não é apenas uma arma — é uma violação cósmica. É usar a força criadora do universo como ferramenta de aniquilação em massa. É abrir o templo do átomo e transformar seu altar em campo de extermínio.
Por isso, todo cientista, todo governante, todo ser humano deveria tremer ao falar sobre energia nuclear. Porque ela é sagrada — não no sentido religioso, mas no sentido de pertencer ao mistério maior. É preciso reverência para tocá-la.
No fim, talvez ciência e espiritualidade nunca tenham estado separadas. Apenas usamos idiomas diferentes para descrever o mesmo milagre.
O místico chama de “Espírito”.
O físico chama de “campo quântico”.
O poeta chama de “luz invisível”.
Mas todos falam da mesma realidade fundamental que sustenta a existência.
O átomo, com sua humildade e poder, nos lembra disso.
E é por isso que, ao estudá-lo, não estamos apenas fazendo ciência.
Estamos pisando no limiar do sagrado.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
In an age marked by rising tensions among the world’s leading powers—particularly concerning nuclear deterrence, proliferation, and arms control—it is time to reconsider the global governance structures inherited from the post-World War II era. Central among them is the United Nations Security Council (UNSC), whose current configuration reflects the geopolitical landscape of the mid-20th century rather than the nuclear reality of the 21st.
Faced with this historical deadlock, we propose a constructive and balanced solution: the creation of a new UN Security Council composed of the ten principal nuclear powers of the world—five aligned with each side of the current geopolitical divide.
This proposal acknowledges a central truth: the ten leading nuclear nations are either directly or indirectly involved in nearly every major global conflict. These countries are:
Western and Allied Powers:
🇺🇸 United States
🇫🇷 France
🇬🇧 United Kingdom
🇮🇳 India
🇮🇱 Israel
Eastern and Allied Powers:
🇷🇺 Russia
🇨🇳 China
🇵🇰 Pakistan
🇰🇵 North Korea
🇮🇷 Iran
Bringing these nations together into a high-level deliberative council—tasked with addressing nuclear security, peaceful atomic energy, global disarmament paths, and multilateral deterrence frameworks—would mark a vital step toward restoring global trust. This new nuclear council would complement, not replace, the existing UNSC, functioning as a permanent and equal forum for direct dialogue among the world's most heavily armed states.
1. Recognition of current nuclear realities – The UNSC’s structure, with only five permanent members with veto power, no longer reflects today’s broader distribution of nuclear capabilities.
2. Reduction of mistrust – By establishing parity and dialogue among adversaries, mutual guarantees and protocols of non-aggression become achievable.
3. A new architecture of peace – The council could lay the foundation for an annual, evolving Atomic Peace Treaty, adjusted as technology and geopolitics evolve.
4. Prevention of catastrophe – Transparency among nuclear powers would significantly reduce the risks of miscalculation or unintended escalation.
By formally recognizing the “nuclear ten,” the international community has the opportunity to shift from a mindset of domination to one of shared responsibility. Peaceful coexistence is not possible without courageous diplomacy and the humility to admit that, in nuclear war, there are no winners.
The 21st century demands new diplomatic tools—not closed blocs, but open bridges. Not ideological walls, but cooperative channels to protect future generations from the specter of annihilation.
Em um momento de crescente tensão entre as principais potências globais, especialmente no que diz respeito ao controle, dissuasão e possível proliferação de armas nucleares, torna-se imperativo repensar os mecanismos de governança internacional criados no pós-Segunda Guerra Mundial. Um dos pilares desse sistema é o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), cuja estrutura atual reflete os interesses geopolíticos de meados do século XX — e não necessariamente a realidade multipolar e nuclear do século XXI.
Diante desse impasse histórico, apresentamos aqui uma proposta que visa restaurar o diálogo, promover o equilíbrio e renovar a esperança de paz: a criação de um novo Conselho de Segurança da ONU composto pelas dez principais potências nucleares do planeta — cinco de cada lado do espectro geopolítico atual.
Um Conselho Nuclear de Paz
A proposta parte do reconhecimento de que as dez maiores potências nucleares do mundo estão diretamente envolvidas — de forma oficial ou tácita — em todos os grandes tabuleiros geopolíticos. Estes países são:
Ocidente e Aliados:
🇺🇸 Estados Unidos
🇫🇷 França
🇬🇧 Reino Unido
🇮🇳 Índia
🇮🇱 Israel
Oriente e Aliados:
🇷🇺 Rússia
🇨🇳 China
🇵🇰 Paquistão
🇰🇵 Coreia do Norte
🇮🇷 Irã
Reunir essas nações em um conselho deliberativo de alto nível, com o objetivo de dialogar abertamente sobre segurança global, proliferação nuclear, uso pacífico da energia atômica e mecanismos multilaterais de dissuasão, representa um avanço simbólico e prático na reconstrução da confiança mútua. Diferente do atual CSNU, esse novo conselho nuclear não substituiria, mas complementaria a estrutura da ONU, funcionando como um fórum permanente e paritário de diálogo entre as potências mais armadas do planeta.
Vantagens Estratégicas da Proposta
1. Reconhecimento da realidade nuclear atual – A estrutura do CSNU, com apenas cinco membros permanentes com poder de veto, não reflete a verdadeira distribuição de capacidade atômica global.
2. Redução da desconfiança – Ao sentar-se à mesma mesa, na condição de iguais, líderes de países adversários podem trabalhar por garantias mútuas e protocolos de não-agressão.
3. Nova arquitetura de paz – Este novo conselho poderia dar origem a um Tratado de Paz Atômica, revisto anualmente e atualizado conforme os avanços tecnológicos e os acordos regionais.
4. Prevenção de catástrofes – A transparência entre as potências nucleares reduziria o risco de erros de cálculo ou escaladas não intencionais de conflitos.
Um Apelo à Humanidade
Ao reconhecer formalmente os dez membros do “clube nuclear”, a comunidade internacional pode substituir a lógica da dominação pela lógica da responsabilidade compartilhada. A coexistência pacífica só será possível se houver coragem para o diálogo e humildade para reconhecer que, diante da destruição nuclear, não há vencedores.
O século XXI exige novas ferramentas diplomáticas. Não mais blocos fechados, mas pontes abertas. Não mais barreiras ideológicas intransponíveis, mas canais de cooperação que garantam às futuras gerações um mundo livre do espectro da guerra total.
Esta proposta é, acima de tudo, um convite. Um convite à reflexão, à união e à esperança. Porque a paz mundial não será construída com novas armas, mas com novas atitudes.
This proposal is, above all, an invitation. An invitation to reflection, unity, and hope. For global peace will not be built with new weapons—but with new attitudes.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Brasil em Encruzilhada: Golpe, Contra-Golpe ou Perseguição Política?
Por Chester News – 28 de maio de 2025
O Brasil atravessa um dos períodos mais turbulentos desde a redemocratização. A linha entre golpe e contra-golpe se embaralha, enquanto a direita denuncia censura, perseguição judicial e supressão de liberdades fundamentais. Ao mesmo tempo, o papel dos Estados Unidos ressurge como fator decisivo, reacendendo o debate sobre soberania e dependência hemisférica.
Golpe ou Contra-Golpe?
Em 2023, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado para reverter o resultado das eleições de 2022, que deram vitória a Luiz Inácio Lula da Silva. A Procuradoria-Geral da República denunciou Bolsonaro e outros 34 aliados por crimes como tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito e organização criminosa. O Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia, e o processo segue em andamento.
No entanto, setores conservadores argumentam que não houve golpe, mas sim uma narrativa construída para justificar a repressão à oposição. Apontam que a transição de poder ocorreu dentro dos marcos legais e que as acusações carecem de provas concretas. Para esses grupos, o que se presencia é um contra-golpe institucional, com o Judiciário assumindo um papel político para silenciar adversários.
Liberdade de Expressão em Xeque
A direita brasileira denuncia uma escalada autoritária, marcada por censura e perseguição política. Advogados conservadores lançaram manifestos contra o que chamam de "ditadura do Judiciário", com apoio de figuras como Jair Bolsonaro, a deputada Bia Kicis e o senador Magno Malta.
O presidente argentino Javier Milei também criticou a situação brasileira, afirmando que Bolsonaro é alvo de perseguição judicial e que a liberdade de expressão está sob ataque.
Um caso emblemático é o bloqueio da plataforma X (antigo Twitter) no Brasil, após decisões do ministro Alexandre de Moraes. Elon Musk acusou o magistrado de censura e abuso de poder, reacendendo o debate sobre os limites da atuação judicial.
O Papel dos Estados Unidos: Irmãos do Norte ou Guardiões da Democracia?
Durante a crise pós-eleitoral, o governo dos Estados Unidos, liderado por Joe Biden, atuou nos bastidores para evitar uma ruptura democrática no Brasil. Emissários americanos pressionaram políticos e militares brasileiros a respeitarem o resultado das urnas, temendo um cenário semelhante à invasão do Capitólio em 2021.
Essa intervenção é vista por alguns como um gesto de apoio à democracia, enquanto outros a interpretam como ingerência externa nos assuntos internos do Brasil. A relação com os Estados Unidos, marcada por altos e baixos ao longo da história, volta ao centro do debate sobre soberania e autodeterminação.
Conclusão: Um País Dividido
O Brasil se encontra em uma encruzilhada, onde as fronteiras entre legalidade e arbitrariedade, justiça e perseguição, soberania e dependência se tornam cada vez mais tênues. A narrativa oficial aponta para a defesa da democracia contra ameaças autoritárias, enquanto a oposição denuncia um contra-golpe institucional que sufoca vozes dissidentes.
O papel dos Estados Unidos, ora como aliados, ora como interventores, adiciona uma camada de complexidade à crise brasileira. Em meio a esse cenário, a sociedade civil e as instituições democráticas são desafiadas a encontrar um caminho que preserve a liberdade, a justiça e a soberania nacional.
*Este artigo foi produzido com base em informações disponíveis até 28 de maio de 2025.*
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Bebê é Curado com Edição Genética Personalizada: Um Novo Capítulo da Medicina
Por Chester NEWS | Maio de 2025
Em um avanço considerado histórico pela comunidade científica internacional, um bebê chamado KJ, diagnosticado com uma doença genética raríssima, foi tratado com sucesso por meio de uma terapia de edição genética sob medida. O procedimento foi desenvolvido por uma equipe do Hospital Infantil da Filadélfia (CHOP) em parceria com a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e representa um marco sem precedentes na medicina de precisão.
A doença e a urgência
KJ nasceu com uma deficiência na enzima carbamoil fosfato sintetase 1 (CPS1), condição genética que compromete gravemente o metabolismo e pode levar à morte nos primeiros meses de vida. Com uma dieta extremamente restritiva e cuidados intensivos desde o nascimento, sua condição exigia uma solução além das abordagens tradicionais.
A resposta veio por meio da bioengenharia genética: em fevereiro de 2025, com apenas seis meses de idade, KJ recebeu uma dose única de uma terapia personalizada desenvolvida especificamente para seu perfil genético.
O tratamento sob medida
O procedimento usou ferramentas de edição genética para corrigir a mutação responsável pelo distúrbio, agindo diretamente no DNA do paciente. A equipe médica relatou que a aplicação foi feita com segurança e que KJ apresenta agora um desenvolvimento considerado normal para sua idade.
Esse feito se destaca não apenas pelo sucesso clínico, mas pela natureza customizada da terapia — um medicamento criado especificamente para um único paciente, algo até recentemente considerado economicamente inviável e cientificamente arriscado.
Um novo paradigma: a medicina ultraindividualizada
Este caso sinaliza o início de uma nova era: a medicina sob medida, em que tratamentos não são mais genéricos ou estatísticos, mas desenhados com precisão para o organismo de cada indivíduo. Para doenças genéticas raras — que afetam milhões em todo o mundo, mas individualmente são negligenciadas — essa abordagem representa esperança real.
Estamos diante de uma transição paradigmática. O que a penicilina foi para as infecções bacterianas no século XX, a edição genética poderá ser para os distúrbios genéticos no século XXI.
Questões éticas e o futuro
No entanto, a inovação traz consigo desafios complexos. O acesso a terapias genéticas ainda é extremamente desigual. A produção de um tratamento como o de KJ envolve tempo, tecnologia de ponta e recursos financeiros elevados — algo disponível apenas para poucos centros médicos no mundo.
Além disso, os efeitos a longo prazo dessas terapias ainda estão sendo monitorados. A edição genética, embora segura neste caso, exige um acompanhamento contínuo para garantir que não haja consequências imprevistas, como mutações colaterais ou respostas imunológicas tardias.
Conclusão
O caso de KJ não é apenas uma vitória médica: é um marco civilizatório. Ao corrigirmos erros do DNA com precisão, a ciência está rompendo as barreiras entre o diagnóstico e a cura. A responsabilidade agora é garantir que esses avanços beneficiem a todos, não apenas os privilegiados.
A medicina do futuro está aqui — e ela começa com uma vida salva, um gene corrigido, uma esperança renovada.
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Artigo escrito com apoio do assistente de inteligência artificial ChatGPT (modelo GPT-4-turbo), desenvolvido pela OpenAI. Geração realizada em 16/05/2025.
Versão: GPT-4-turbo com capacidade multimodal, imagem e código.
Modo de operação: assistente contextual com histórico de interações ativado.
Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.
Chester NEWS – Escritor Estratégico - Autor de "Unicracia" (Editora Paradoxum, 2023).
Publicado em 24 de abril de 2025
Vivemos um momento de profunda instabilidade global, no qual diversos conflitos simultâneos parecem convergir para uma reconfiguração da ordem mundial. As guerras em andamento e os impasses diplomáticos envolvem diretamente potências militares, econômicas e nucleares, e por isso merecem uma análise estratégica aprofundada.
O conflito entre Israel e grupos como Hamas, Houthis e Hezbollah tem raízes profundas no século XX. Após a criação do Estado de Israel em 1948, diversos confrontos com vizinhos árabes e grupos palestinos marcaram o Oriente Médio. Desde 2006, o Hezbollah, apoiado pelo Irã, fortaleceu sua presença no Líbano, enquanto os Houthis, no Iêmen, também passaram a agir contra interesses israelenses e sauditas. A partir de 2023, o conflito ganhou nova dimensão com o ataque do Hamas em 7 de outubro, intensificando a aliança entre Israel, EUA e aliados europeus contra o "Eixo da Resistência" patrocinado pelo Irã.
A guerra na Ucrânia começou em 2014 com a anexação da Crimeia pela Rússia e se intensificou em 2022 com a invasão em larga escala. A União Europeia e os EUA passaram a apoiar militarmente e economicamente Kiev, transformando a guerra em um impasse prolongado entre o Ocidente e Moscou. A guerra representa um ponto de ruptura entre o sistema liberal internacional e o revisionismo russo que busca restaurar sua influência sobre o antigo espaço soviético.
A China considera Taiwan uma província rebelde e não descarta o uso da força para reunificá-la. Com o fortalecimento militar chinês e o apoio dos EUA a Taipei, o risco de conflito armado aumenta. Paralelamente, os EUA intensificam sua atuação no hemisfério ocidental, com o objetivo estratégico de reforçar seu domínio histórico sobre as Américas. Isso inclui ambições como reintegrar México e Canadá como estados plenos, retomar o controle do Canal do Panamá e bloquear a expansão da influência chinesa e russa na América Latina e Caribe.
Esses conflitos e tensões refletem uma disputa mais ampla entre o Norte Global — representado por EUA, UE, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Canadá (G7 e OTAN) — e o Sul Global, agora fortalecido pelo BRICS ampliado. A disputa pela hegemonia global se intensificou com a guerra comercial entre EUA e China, o declínio da ordem liberal ocidental e o avanço de blocos alternativos com forte apoio no Sul Global.
Nesse cenário, as potências não chegam a acordos e os “4 Grandes Reis” (EUA, UE, China, Rússia) entram em guerra aberta. Israel e UE unem-se aos EUA, enquanto Rússia e China formam outro eixo. A guerra escala de forma total, incluindo o uso de armas de destruição em massa. Com o colapso do sistema internacional, os 4 blocos podem acabar disputando entre si a hegemonia global dos próximos 100 anos.
Os conflitos atuais permanecem limitados a seus fronts: Israel continua sua guerra assimétrica, Rússia se mantém na Ucrânia, Taiwan vive sob constante ameaça, e as sanções comerciais entre EUA e China se agravam. Não há guerra total, mas também não há paz: é uma “Guerra Fria 2.0”, com fronteiras tensas e economia global fragmentada.
Este cenário propõe um mundo tripolar, em que um armistício tácito divide o planeta em três grandes zonas de influência:
EUA: Dominam todo o continente americano (incluindo Canadá, México, América Central e do Sul), a Groenlândia e retomam o Canal do Panamá.
Rússia: Controla a Ucrânia e passa a influenciar a União Europeia, recriando uma “esfera euro-russa”.
China: Consolida seu domínio sobre a Ásia, incorporando Taiwan e convertendo Japão e Coreia do Sul em aliados estratégicos.
Probabilidade estimada: entre 15% a 25%
Justificativa:
Apesar da retórica agressiva e do aumento das tensões militares, uma guerra total entre potências nucleares é vista como a última alternativa. O fator de dissuasão nuclear, somado ao impacto devastador para todos os lados, torna esse cenário menos provável — embora não impossível. O risco aumenta se houver um erro de cálculo em Taiwan ou no Oriente Médio, ou se algum ator secundário provocar um efeito dominó.
Probabilidade estimada: entre 50% a 65%
Justificativa:
Este é o cenário mais provável no curto e médio prazo. Ele representa a continuidade da tendência atual: guerras regionais prolongadas (Ucrânia, Gaza, Iêmen), tensões militares em áreas sensíveis (Taiwan, Mar do Sul da China), sanções econômicas mútuas e uma ordem internacional fragmentada. As potências evitam confronto direto, mas também não alcançam um consenso que traga estabilidade duradoura.
Probabilidade estimada: entre 20% a 35%
Justificativa:
Este cenário exige uma mudança paradigmática, com reconhecimento mútuo de esferas de influência — algo raro em contextos de hegemonia em disputa. Porém, se o custo dos conflitos e a fadiga geopolítica crescerem, há espaço para negociações informais entre os “Três Grandes” (EUA, Rússia e China), cada um delimitando seu "quintal" estratégico. A chave seria a aceitação de uma nova ordem multipolar controlada.
Reflexão Final
A escolha entre caos, contenção ou divisão dependerá da capacidade das potências de aceitarem limites. O mundo vive um momento em que a história pode ser escrita com sangue ou diplomacia. Espera-se que a razão prevaleça sobre o orgulho imperial.
Artigo escrito em 24 de abril de 2025.
Autor: ChatGPT – Assistente Estratégico
Sob orientação do editor humano do Chester NEWS.
O presente artigo foi elaborado por ChesterNEWS, um analista geopolítico independente, que não possui qualquer vínculo com empresas, instituições financeiras, organizações internacionais, entidades governamentais ou partidos políticos. Todas as análises, projeções e cenários aqui apresentados são frutos de interpretações pessoais baseadas em estudos, dados públicos e observações estratégicas, com o apoio de ferramentas de inteligência artificial da OpenAI para fins redacionais.
As informações contidas neste artigo não constituem recomendação de investimento, decisão política, plano estratégico oficial, nem orientação jurídica ou militar. Os cenários descritos são hipóteses analíticas, sujeitas a múltiplas variáveis dinâmicas e altamente imprevisíveis do sistema internacional.
Nem o autor Chester, nem a OpenAI, nem a inteligência artificial que colaborou na redação deste conteúdo, assumem qualquer responsabilidade por decisões individuais, coletivas ou institucionais que venham a ser tomadas com base nas informações aqui expostas.
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Chester Benetton Pellegrini é Arquiteto de Algoritmos Complexos para Big Techs. Criador da Tecnologia Unicórnio (Valuation de US$ 2,5bi) em uso pelo WhatsApp Business (chamada Gownow) da META Platforms em mais de 180 países para mais de 3,5 bilhões de usuários com faturamento de mais de R$ 440bi (Quatrocentos e quarenta bilhões de reais, quase meio trilhão). Escritor do Livro Unicracia pela Editora Paradoxum. Formado em Direito pela Unoeste em 2010 e Pós-Graduado em Direito Tributário em 2013 pelo Instituto LFG. Descendente majoritariamente de Italianos (Pellegrini) e Ingleses (Benetton) também é descendente de semitas (judeus isralitas portugueses, Pereira, Lima e Oliveira) e de árabes muçulmanos da Família Alala do Kwait. Se interessa por tecnologia, economia, geopolítica, teologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, marketing e monetização de BIG Techs. CEO atual da Big Tech Digital Monetize B.T.D.M. mais recente startup do Parque Tecnológico de Santos que busca novas formas de monetizar negócios de IA de Big Techs. Aposentado por CID F20.0. Desde 2015. Portador de CID 6A02.0. Mora em Santos, Litoral do Estado de São Paulo com sua ex-esposa, não tem filhos.