quinta-feira, 18 de agosto de 2022

MUBRICS X OTAN (ALIANÇA MILITAR DOS BRICS) PARA UMA NOVA ORDEM INTERNACIONAL MULTIPOLAR



Artigo Blog Chester NEWS 19/08/2022 – Área: Política, Militarismo e Economia Internacional. Tema: MUBRIC X OTAN (MILITARY UNION OF BRICS?).




Escrito por Chester NEWS[[1]]



A Guerra da Ucrânia trouxe um dilema para o Brasil que é "Pró-tudo" e acaba sendo "Pró-nada", é Pró-EUA, Pró-China, Pró-Otan, Pró-Rússia, Pró-Europa e na verdade está já manjado pelos grandes atores internacionais. Nosso jeitinho brasileiro já não está dando mais certo nas Relações Internacionais. 

Uma hora o Brasil terá que escolher ou ingressa na OTAN (EUA-UE) ou aprofunda de vez as relações com os BRICS, com a força da China e Rússia, lembre-se duas nações com armas nucleares, que poderiam em caso de avanço na união militar dos países dos Brics, portarmos armas nucleares Russas e Chinesas para reforço da nossa soberania, já que ao que tudo indica a OTAN estaria longe de fazer isto. (Por bases militares atômicas no Brasil).

Vários militares importantes tem destacado no meio militar que o Brasil deveria desenvolver suas próprias armas nucleares, assim como está fazendo o Irã.

Acontece que nós perdemos o momento disto acontecer ao abrirmos nosso programa nuclear nos anos 90 e assinando diversos acordos de não uso de armas nucleares rifando de vez nossa soberania.

Mas a Guerra da Ucrânia, Síria e possível recuperação do seu próprio território de Taiwan pela China está levantando várias questões.

Estado-Unidenses, Japoneses, Australianos e Europeus diga-se de passagem uma minoria da população mundial desde o final da Segunda Guerra Mundial desfrutam de um padrão de vida, riqueza e prosperidade invejável, possuindo 15% da população mundial e detendo 85% da riqueza, enquanto os BRICS e restante do mundo possui 85% da população e somente 15% da riqueza global, ou seja, eles fizeram um grande condomínio de luxo no norte global, às custas da pobreza extrema do restante do mundo.

Putin no passado disse que os BRICS deveriam dar um passo além em seu projeto de união e criar uma proteção mútua militar para se contrabalancear contra a OTAN dos EUA e Europa.

Putin (atual presidente da Rússia) sugeriu a criação de uma cesta de moeda dos BRICS (clique aqui) e há alguns anos atrás sugeriu que os BRICS além de um grupo de boas relações deveria criar uma aliança militar que fizesse frente à OTAN. Sobre este assunto ver este estudo sobre o aprofundamento de uma possível aliança militar dos BRICS sugeridas por Putin no passado. (clique aqui)

Um dos grandes benefícios caso o Brasil apoiasse os BRICS a virarem uma aliança militar é que o Brasil poderia ter bases militares da Rússia e China e  ter acesso às armas nucleares e instalações de possíveis bases militares em nosso país, com armamentos militares nucleares;




1. Antes de fechar acordo com a Rússia, China e Índia principalmente o Brasil poderia ver se o Brasil poderia ser aliado da OTAN, tornando-se membro pleno (maior aliança militar do planeta liderada pelos EUA);

    Caso os EUA e União Europeia fizessem pouco caso do Brasil entrar efetivamente na OTAN, estaríamos deixando claro que acabaríamos com nossa neutralidade e isolamento e ingressaríamos de cabeça na aliança dos BRICS e não seria por falta de aviso.

    Putin por exemplo, após a Guerra da Ucrânia disse que quer fazer uma Nova Ordem Mundial onde há vários centros de poder, não somente a OTAN iniciando as guerras.

    O Presidente da Rússia disse ainda dias atrás que está disposto a fornecer aos países amigos e aliados na América Latina, África e Ásia armamentos russos mais sofisticados que existem. (clique aqui).

     Nossa diplomacia não pode perder esta chance de reforçar nossa soberania. Por mais que nossa cultura seja mais próxima da dos Europeus e Americanos, na verdade eles nunca respeitaram os Americanos do Centro e do Sul da América, nem Africanos e Asiáticos somente explorando estes países economicamente uma grande desigualdade mundial extrema.

A Guerra da Ucrânia é triste, os refugiados, os mortos, as famílias destroçadas, as cenas lamentáveis. Mas esta Guerra pode ser o início da Justiça no Mundo, onde as guerras não são mais iniciadas pelos EUA e UE (OTAN) concentrando todo poder e riqueza mundiais em poucas mãos.
     
     A proposta do Putin e da China é democratizar o poder e a riquezas mundiais, coisas que os estadunidenses e europeus não estão dispostos a fazer. Vivem numa ilha de prosperidade, riqueza e conforto inimagináveis (assim como Japão, Austrália e outros aliados), enquanto o resto do mundo vive se digladiando com os restos e as migalhas. 

    Tanto no Blog Chester NEWS quanto no Canal do Youtube venho alertando a neutralidade perigosa do Brasil, que alguns até chamam de histórica, somos "amigos de todos". Mas eu venho alertando que as vezes tentar agradar a todos, acaba não agradando a ninguém, e se não escolhermos um lado com antecedência, podemos nem entrar na OTAN e nem nos BRICS ou a possível aliança militar dos BRICS (MUBRICS).

    A Ucrânia sabe muito bem o que é ficar no meio do fogo cruzado. Não se aliou a União Europeia e a OTAN à tempo, nem fez amizade com os vizinhos russos. O resultado foi desastroso. Nosso país o Brasil está há muito tempo sem Guerra. Mas podemos virar uma Ucrânia gigante no futuro próximo. Se não escolhermos um lado entrar de vez na OTAN ou nos BRICS, corremos o risco de ficarmos no meio do fogo cruzado e isolados e este é o pior dos mundos.


[1] Paulo Eduardo Martins Pelegrini. (Chester Martins Pelegrini (pseudônimo de Escritor) e Chester NEWS (pseudônimo de Blogueiro e Youtuber), Graduado em Direito (Unoeste-2009) e pós-graduado em Direito Tributário (Instituto LFG-2012). É escritor de Livros Digitais (E-book), pesquisador e empreendedor da área de tecnologia (Especialista em Projetos de Engenharia da Informação em que cria, desenvolve e faz a gestão da propriedade intelectual (Patentes e Copyrights) e faz a cobrança dos Royalties). É Youtuber e Blogueiro de Notícias (Canal e Blogue próprio chamado Chester NEWS). É descendente de judeus-portugueses, italianos e ingleses. Segue como crenças espirituais o Judaísmo e o Espiritismo Kardecista. Áreas de interesse nas seguintes áreas: 
1. Economia
2. Ciência Política, Filosofia e Ética
3. Relações Internacionais (política internacional, história brasileira e mundial);
4. Teologia Abraâmica (judaísmo, cristianismo e islamismo) e escatologia;
5. Direito Tributário, Internacional e Constitucional;

É autor dos seguintes livros publicados na Amazon BR:Capitalismo Trabalhista (Ideologia de centro-esquerda) PELEGRINI, Chester Martins. Santos. São Paulo. 2013. 
Disponível a venda na Amazon em: http://www.amazon.com/Capitalismo-Trabalhista-Portuguese-Edition-Pelegrini-ebook/dp/B00V0V4C4I Acesso em 6 nov. 2015.
Blog de divulgação do livro: http://livrocapitalismotrabalhista.blogspot.com.br/
A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355) (profecias bíblicas, filosofia da religião e escatologia sobre o Juízo Final com comentários sobre os livros do Gênesis e Apocalipse):
PELEGRINI, Chester Martins. A Chave de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final. (1095-2355). Santos. São Paulo. 2013. Disponível a venda na Amazon em: http://www.amazon.com.br/Chave-Davi-Deus-Abraão-1095-2355-ebook/dp/B00UY8VC32 Acesso em 6 nov. 2015. 
Blog de divulgação do livro: http://judaismocristaoislamico.blogspot.com.br/ Ambos à venda na Amazon.br.

Autor do Livro: O DESAFIO DO SÉCULO XXI – GOVERNO ÚNICO MUNDIAL - FEDERALISMO MUNDIAL: UTOPIA, PROJETO POLÍTICO, NOVO RECOMEÇO OU DESTRUIÇÃO TOTAL? Introdução disponível em: http://governofederalistamundial.blogspot.com.br/ Disponível a venda na Amazon em: https://www.amazon.com.br/Unicracia-2001-2100-Federalismo-Pol%C3%ADtico-Destrui%C3%A7%C3%A3o-ebook/dp/B07D853GKB Criou até o momento 4 negócios baseados em tecnologia e inovações próprias (Startups Tecnológicas) com propriedade registradas (patentes e copyrights) das quais recebeu royalties (renda oriunda da propriedade intelectual por empresas que utilizaram as inovações). 

Um chamava-se Linkode® (pagamento via celular com códigos de barras, o modelo de utilidade dá outra utilidade para os códigos de barras, a ideia da patente já está sendo utilizada por vários bancos nacionais), patente na qual foi depositada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 2008 sob o número: 
MU 8803246-9. Desta inovação o autor não recebeu royalties embora a ideia esteja sendo utilizada.

A outra inovação é o Mimbdstar© (Manual de Instruções Multimídia de Bens Duráveis) utilizado em grandes multinacionais na década passada de 2.000 registrado como propriedade intelectual no US Copyright Office http://mimbdstar.blogspot.com.br/ https://gust.com/companies/mimbdstar. Foi amplamente utilizada por diversas multinacionais após apresentação: Philips, Mercedes-Benz (Chrysler), Volvo, Renault, Honda entre outras multinacionais e empresas nacionais. O Autor recebeu royalties via judicial e extrajudicial dessa inovação. 

E atualmente do aplicativo de celular Gownow© de Comércio Eletrônico do qual é detentor dos Copyrights (Direitos Autorais, ou seja, da propriedade intelectual) Disponível em: http://gownowapp.blogspot.com.br/ (Ainda não recebe royalties devido à inovação ainda estar sendo implementada) O Gownow© é uma espécie de Buscador comercial com mensagens instantâneas com formato registrado no Brasil (Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional) e nos EUA no US Copyright Office (Library of Congress), órgãos dos dois países responsáveis pelo registro  deste tipo de propriedade intelectual. 


O projeto de Engenharia da Informação foi enviado uma proposta de utilização para o Google e Whatsapp/Facebook e está em fase de negociação da cessão da tecnologia.
Atualmente (2019) está criando e registrando a propriedade intelectual de mais algumas inovações tecnológicas, uma chamada pelo projeto (nome provisório) de Infinite Sun Energy® patente sendo requerida no INPI relativa a uma tecnologia capaz de transmitir eletricidade pelo ar sem a necessidade de fios condutores. E mais dois projetos de tecnologias chamados BitMoney© (Copyrights: Engenharia da Informação) e PayInformation© (Copyrighs: Engenharia da Informação).

Outra se trata de uma inovação na área de educação (Projeto de Engenharia da Informação de um Formato Tecnológico de uma Provedora de Estudos via streaming online E-learning global) StudyFlix©. Escreve ainda o livro: O tolo e o sábio – O jogo da Vida, sobre psicologia, autoajuda e sabedoria. (Lançamento provável Amazon 2020). Introdução disponível em: http://livrocalicedomagosabio.blogspot.com.br/2016/05/introducao-ao-livro-calice-do-mago-sabio.html.

Escreve ainda o Livro Digital (E-Book): Unicracia (Volume 2) - O desafio do Século XXI - Governo Único Mundial – Plano de Paz Unicracia. O Volume 1 está a venda na Amazon.

Também escreve periodicamente sobre assuntos variados de seu interesse em seu blogue: Chester NEWS: Ver perfil completo em: http://chesternewsbrasil.blogspot.com.br/

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Tem como o STF nossa Suprema Corte ser mais democrática daqui para frente? “PEC do STF” – Eleições para o STF?

 

Artigo Chester NEWS Especial – Crise entre Poderes como resolver o impasse?


Tem como o STF nossa Suprema Corte ser mais democrática daqui para frente? “PEC do STF” – Eleições para o STF?


 

“Suprema Corte dos EUA é mais democrática que o STF do Brasil? Juízes nos EUA são eleitos democraticamente. Há um critério que poderia ser utilizado no STF para os futuros integrantes da Corte Máxima do Poder Judiciário? Leia e confira nossa sugestão do novo critério de escolha dos Ministros do STF. (Apenas STF os outros juízes STJ entre outros Tribunais continuam a mesma forma de ingresso por concurso público).

 


 

Escrito por Chester Martins Pelegrini.

Editor Chefe do Blog independente Chester NEWS[1]

 

O Brasil está com as instituições instáveis. Como disse o Ex-Ministro do Supremo Dr. Marco Aurélio de Mello recém aposentado em entrevista para CNN recentemente a nossa Constituição Federal diz que os três poderes da República (Judiciário – STF, Executivo – Presidente e Legislativo – Câmara e Senado) são independentes e harmônicos entre si, ou seja, a desarmonia é inconstitucional. Mas numa crise grave como esta quem desata o nó?

 

Sem citar os recentes atritos entre os poderes exaustivamente noticiados pela mídia o fato é que a crise política entre a cúpula dos 3 (três) Poderes da República, que inclusive ficam na mesma praça em Brasília (são bem próximos os prédios literalmente) mas estamos vendo que a proximidade física não auxilia em nada a proximidade institucional.

 

Nos Estados Unidos país que serve de modelo para o mundo inteiro, também tiveram atritos históricos entre os poderes semelhante ao que estamos vivenciando em nosso país. Após muitas lutas e até mesmo a Guerra Civil os EUA aprenderam com os próprios erros e reforçaram suas instituições.

 

Os países mais ricos, prósperos e seguros do mundo tais como os países da OCDE são plenas democracias. O que há em comum entre estas nações são instituições fortes, seguras e estáveis.

 

Golpes, contragolpes, revoluções são atualmente sinônimo de nações falidas e atrasadas, na gíria ou jargão profissional dos diplomatas: "República de Bananas" (países com instituições extremamente frágeis, instáveis ou inexistentes) dos chamados Failed States (Estados Falidos).

 

Se a ruptura institucional não é a saída, a única saída é o reforço das próprias instituições. Alguns mais radicais chegam a propor o “Fechamento do STF”, outros mais exaltados “Tomada pelo Poder pelos militares” e os de extrema-esquerda “Vamos tomar o poder”.

 

Nosso país não precisa virar uma "República de Bananas" mas sim harmonizar os poderes através das próprias Leis, sugestões de reformas nas Leis, atualizações necessárias e resolução de conflitos fortalecendo a democracia, o respeito institucional e a separação dos poderes sem que um "destrua" o outro poder "desfuncionalmente" atrapalhando o próprio país, refém desta "imaturidade institucional generalizada".

 

A saída então é propor Reformas para o futuro. Nos EUA os Juízes da Suprema Corte também foram acusados historicamente de “fazer política” e “atrapalhar” o funcionamento entre os outros poderes. A crise entre os poderes era comum na história dos Estados Unidos tendo inúmeros incidentes semelhantes aos que estamos vivenciando atualmente aqui em nossa nação.

 

A saída lá foi democratizar o Judiciário, ou seja, os Juízes são eleitos democraticamente pelos pares. Como a cultura jurídica do nosso país é mais fechada e entende que o Poder Judiciário é um Poder mais “técnico” pelos Magistrados e Ministros passarem em concursos públicos, a saída mais realista respeitando nossa tradição jurídica e ao mesmo tempo democratizando o acesso aos Ministros do STF, seria a proposta de um critério “Misto ou Híbrido”.

 

Como os outros Tribunais são Justiças Especializadas; STM (Militar), TST (Trabalhista) e TSE (Eleitoral) o critério mais justo e realista seria utilizar o STJ (Superior Tribunal de Justiça) que é uma Corte “abaixo do STF” e ao mesmo tempo mais “próximo dele” serem o "Trampolim Natural" para o Supremo.

 

O ideal seria o seguinte critério:

 

1)    Uma lista dos próprios Ministros do STJ (assim como ocorre no MP) escolheria os 5 (Magistrados) com a reputação mais ilibada e competente para concorrerem a vaga do STF.

2)    Destes 5 (do STJ) o Presidente da República escolheria 3 (três) finalistas.

3)    Estes 3 (três finalistas) fariam campanha pública (debates sobre o que pensam e o que defendem) para que a população (eleitores) escolhesse 1 somente.

 

 

Este critério misto é técnico porque no STJ a grande maioria são juízes concursados de carreira. O STJ é um dos Tribunais mais prestigiados do país, assim os próprios Juízes enviaram uma lista dos 5  (cinco) melhores.

 

Como o Presidente é importante indicar os Ministros do STF ele escolheria os 3 (três) "melhores" que seriam parte da campanha eleitoral.

 

Destes 3 (três) a população escolheria junto com a eleição de Senadores ou Deputados os Ministros do STF, assim a população teria um controle democrático dos futuros Ministros do STF.

 

Esta mudança do critério de escolha dos Ministros do STF poderia ser a solução para terminar a crise entre os "Poderes Inconstitucionalmente Desarmônicos entre si", transformar o STF daqui para frente em um órgão mais democrático (transparente) perante a população. Cada país precisa encontrar as próprias soluções para as próprias crises, e principalmente soluções criativas e que levem em conta a própria cultura e história única de cada nação. Até porque os problemas que surgem em cada nação são diferentes em diversos aspectos e cada geração faz o possível para sair das armadilhas de cada época.

 

Grande parte da insatisfação popular com o STF é a falta de legitimidade das decisões do STF cada vez mais fora de controle. Para a população ter mais controle ainda sobre o STF, seria crucial que a “PEC do STF” também mudasse o Impeachment dos Ministros do STF que atualmente só pode ser iniciado pelo Poder Legislativo Federal (Congresso Nacional).

 

Um Ministro do STF por exemplo, poderia perder o mandato caso por exemplo mais de 90% da população votasse pela saída do Ministro. O chamado Recall (este instituto eleitoral faz o político em questão perder o mandato por arrependimento da população quando este não atende as expectativas da população).

 

Desta forma não seria necessário “Fechar o STF”, “Acionar o 142 da CF”, “Tanques nas ruas” iguais os países Repúblicas de Bananas já citados de Estados Falidos e todas obviamente inaceitáveis e antidemocráticas.

 

Ao propor uma PEC mudando o critério das indicações ao STF a população se sentiria mais representada e respeitada. Interessante dizer também que apenas os Ministros do STF teriam este novo critério de seleção, todos os demais juízes do STJ seriam concursados como de costume ou indicados pelo quinto constitucional.


Democracia e transparência reforçam as instituições e não o contrário como a história dos países democráticos e mais bem sucedidos nos ensinam e como já dito, cada nação precisa achar a saída para os próprios problemas, afinal não há outra alternativa (séria e viável) em outras palavras podemos nos inspirar nos países da OCDE (com instituições fortes e democracias consolidadas) ou nos inspirar democraticamente nas Repúblicas das Bananas (países que as instituições são tão sólidas quanto uma biruta de aeroporto e tão arbitrárias quanto o Rei Herodes da Antiguidade que mandava prender seus criados apenas por não gostar de algo).

 

 

 

Obs: O autor é autodidata nas matérias de economia, relações internacionais, ciência política e várias outras matérias de seu interesse. Sua visão é estritamente pessoal, não é um economista, cientista político ou analista formado apesar de ter conhecimentos na área. O autor não se responsabiliza por nenhuma tomada de decisão baseada em sua estrita visão dos acontecimentos. Gosta de analisar o mercado por hobby e não ganha nada com suas análises que são colocadas de forma gratuita na internet. O autor, por exemplo, já acertou a crise de 2008 entre várias outras previsões baseadas em seus cenários e análises político-econômicas. O autor se interessa muito por este tema e procura fazer os próprios cenários político-econômicos estritamente para tomada de decisões pessoais mas que gosta de compartilhar e torna-los públicos para quem interessar. O autor não ser responsabiliza por nenhuma decisão, investimento ou qualquer coisa que seja em relação a estes cenários que podem obviamente não se confirmarem. Não somos a favor de nenhum golpe de estado nem a morte do presidente ou ex-presidente. Os cenários propostos são apenas projeções baseadas num agravamento da polarização política nacional levando em conta o histórico recente da trajetória político-econômica do Brasil e da nossa região da América Latina que enfrenta uma grave crise que tem seu epicentro na Venezuela e fatores de desestabilização tanto da esquerda (Foro de SP/Rússia/Cuba/China) quanto de direita (CIA/Estados Unidos)

 

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Cenário para 2022: Político-Econômico-Social - Os anos dourados Pós-Pandemia.

 Artigo Chester NEWS Especial - Cenário 2022      13/11/2021



PROJEÇÃO POLÍTICO-ECONÔMICA PARA 2022 PELO ANALISTA INDEPENDENTE ESTRATÉGICO CHESTER NEWS.

Escrito por Chester Martins Pelegrini.
Editor Chefe do Blog independente Chester NEWS[1]

Projeções para a política e economia brasileira em 2022 

(Anos Dourados Pós-Pandemia - Caso não ocorra Guerra Entre EUA x China devido a questão de Taiwan)

Segundo os cálculos político-econômicos dos fatos os dados mais prováveis de acontecer seriam algo próximo destes números no final de 2022:

Projeção ChesterNEWS Bolsa:..............................................190.000 pontos 

Projeção ChesterNEWS Crescimento PIB............. 3,5% a 5,5% (no máximo 7%)
(projeção atual: FMI +1,5% (Clique Aqui).). Economistas acreditam em alta de 1%

Projeção ChesterNEWS Dólar............................................... R$ 3,50 a R$ 5,50 
(valor do dólar atual R$ 5,41 (12.11.2021).







Cenário Político-Econômico-Social Nacional.


Ano que vem será ano eleitoral, desta maneira é pouco provável que o Governo Federal aposte em reformas em pleno ano eleitoral. O mais provável é que tome iniciativas fortes para gerar uma retomada da Economia bem forte para garantir a Reeleição do Presidente Bolsonaro.

Devido aos grandes aumentos de juros no final de 2021 é provável que a inflação volte ao patamar de um dígito assim que a Economia mundial se recupere dos efeitos catastróficos da Pandemia que durou mais de dois anos de 2020 e 2021 quase inteiros.

É esperado uma onda de otimismo econômico semelhante ao Pós-Segunda Guerra Mundial. Caso a vacinação em massa dê certo e as restrições necessárias ao controle da Pandemia sejam retirados (uso de máscaras, lockdowns e outras medidas que foram necessárias) haverá uma explosão de consumo, viagens, festas, eventos, consumo em massa, que ficaram represados nos dois anos pandêmicos.

Acreditamos que o PIB irá crescer em média em uma faixa entre 3,5% a 5,5%. Já devido ao grande fluxo de investimentos estrangeiros e da bolsa haverá uma forte queda do dólar que estava muito desvalorizado. Como outros países gastaram muito mais que o Brasil durante a Pandemia, pode parecer irônico dizer isto em novembro de 2021, mas o Brasil será um grande atrativo de investimentos já que vários países desenvolvidos se endividaram muito mais que o Brasil para conter os efeitos da Pandemia, uns chegando a gastar de 30% a até 50% do PIB em aumentos de dívidas que já eram altas.

O Brasil graças ao excelente trabalho do Ministro da Economia Paulo Guedes, gastou apenas 9% do PIB aproximadamente, o que fez do Brasil um dos países graças ao Teto de Gastos aprovado por Michel Temer em 2016, um dos países menos endividados do mundo no Pós-Pandemia.

Em evento no G-20 ainda durante a Pandemia, o Secretário Geral da ONU disse que no Pós-Pandemia muitos países estariam com graves crises de endividamento. Embora a mídia nacional tenha especulado que o Brasil furou o teto de gastos, e que seríamos um país irresponsável na área fiscal, os números dos outros países em 2022 com o tempo vai mostrar aos investidores justamente o contrário, que o Brasil foi um dos países mais equilibrados nas contas públicas do mundo, isto em algum momento irá trazer uma onda de investimentos muito grande para o país, que irá fazer com que o dólar se valorize em relação as outras moedas e a inflação que antes pressionava a população, irá se arrefecer e gerar um grande crescimento econômico em 2022.

Ninguém sabe obviamente o futuro que é muito marcado pela aleatoriedade de fatores imprevisíveis, mas acreditamos que estas premissas são as mais prováveis de ocorrer (não representam nosso desejo particular, mas os fatos mais prováveis de acontecerem segundo nossos cálculos estratégicos):

Guerra entre EUA x China devido a disputa por Taiwan............................................Probabilidade 65%

Guerra entre União Europeia x Rússia devido a crise na Bielorrússia/Ucrânia......................Probabilidade 45%

Guerra entre Israel x Irã devido a questão nuclear do Irã..................................................Probabilidade 35%

a)    Intervenção dos Estados Unidos da América na Venezuela ocorrer no ano de 2022 como apoio da OEA..........................................................Probabilidade 35%

    Iminência de derrota do Lula para a reeleição de Bolsonaro desencadear protestos violentos contra o Governo Bolsonaro e Paulo Guedes gerando reações violentas por parte dos militares em meados de agosto...........................................................................Probabilidade 55%.

c)    Probabilidade dos militares assumirem o poder em 2022 (Pressionando a renúncia de Bolsonaro, por algum atentado a vida do presidente, (semelhante ao incidente do Adélio), Impeachment, ou pressão devido aos protestos comandados pelo Presidente Lula).............................................................................Probabilidade 45%.

d)  Probabilidade de uma Guerra Civil interna no Brasil entre a Esquerda (Lula) e apoiadores x o Bolsonaro e/ou Militares do Governo (Direita)........................................................................Probabilidade 25%.
e) 

  Probabilidade do Fechamento do Congresso e STF pelo Governo Bolsonaro/e ou Militares.......................................................................Probabilidade 35% (em iminência da derrota de Bolsonaro)

f)     Probabilidade do Lula ser novamente preso pela Justiça Brasileira, ser morto (por algum fanático de extrema direita), ou se asilar em outro país (autoexílio após suposta perseguição política.........................................................................Probabilidade 55%.

É essa cadeia de acontecimentos que acreditamos ser a mais provável. Não é a desejável, mas é a mais provável. Podemos estar errados, mas se estes acontecimentos principais se mostrarem certos o cenário será o mais próximo de se realizar e nossa opinião.

Em nossas análises de cenários levamos em conta, os fatos mais prováveis de acontecer e não o que desejaríamos que acontecesse, são projeções técnicas baseadas em estudos e análises prévias e acontecimentos históricos, econômico, políticos e jurídicos de grande relevância na conjuntura nacional e internacional.

Obs: O autor é autodidata nas matérias de economia, relações internacionais, ciência política e várias outras matérias de seu interesse. Sua visão é estritamente pessoal, não é um economista, cientista político ou analista formado apesar de ter conhecimentos na área. O autor não se responsabiliza por nenhuma tomada de decisão baseada em sua estrita visão dos acontecimentos. Gosta de analisar o mercado por hobby e não ganha nada com suas análises que são colocadas de forma gratuita na internet. O autor, por exemplo, já acertou a crise de 2008 entre várias outras previsões baseadas em seus cenários e análises político-econômicas. O autor se interessa muito por este tema e procura fazer os próprios cenários político-econômicos estritamente para tomada de decisões pessoais mas que gosta de compartilhar e torna-los públicos para quem interessar. O autor não ser responsabiliza por nenhuma decisão, investimento ou qualquer coisa que seja em relação a estes cenários que podem obviamente não se confirmarem. Não somos a favor de nenhum golpe de estado nem a morte do presidente ou ex-presidente. Os cenários propostos são apenas projeções baseadas num agravamento da polarização política nacional levando em conta o histórico recente da trajetória político-econômica do Brasil e da nossa região da América Latina que enfrenta uma grave crise que tem seu epicentro na Venezuela e fatores de desestabilização tanto da esquerda (Foro de SP/Rússia/Cuba/China) quanto de direita (CIA/Estados Unidos)