Chester NEWS* – Especial "Hermanos mas nem tanto".
Brasil e Argentina: a maior crise diplomática em décadas?
A relação entre Brasil e Argentina atravessa um de seus momentos mais delicados desde a redemocratização. O presidente argentino Javier Milei voltou a atacar publicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, repetindo acusações pessoais e ampliando um conflito que já havia provocado reações do Itamaraty e elevado o tom entre os dois governos.
Nos últimos dias, a tensão ganhou novos capítulos. Após participar de um evento político no Brasil e apoiar publicamente um candidato da oposição ao governo federal, Milei reiterou, em entrevista à imprensa argentina, que Lula seria "ladrão", "corrupto" e "ex-presidiário". As declarações ocorreram mesmo após a resposta diplomática brasileira, indicando que Buenos Aires não pretende reduzir o tom da disputa neste momento.
Em resposta, o governo brasileiro avalia uma nova convocação do embaixador argentino em Brasília. A medida, comum na diplomacia internacional, representa uma demonstração formal de descontentamento e poderá adiar o retorno do embaixador brasileiro que havia sido chamado para consultas. Até o momento, porém, não há indicação de rompimento das relações diplomáticas nem de sanções econômicas entre os países.
Embora os discursos sejam cada vez mais duros, Brasil e Argentina continuam profundamente dependentes um do outro. O comércio bilateral, a integração produtiva, o Mercosul e diversos acordos de cooperação permanecem funcionando normalmente. Historicamente, crises políticas entre presidentes nem sempre resultaram em deterioração das relações de Estado, especialmente quando existem interesses econômicos relevantes em jogo.
Outro aspecto importante é o contexto geopolítico. A aproximação ideológica de Milei com lideranças conservadoras internacionais e a estratégia de Lula de fortalecer relações com países como China e demais parceiros do Sul Global fazem com que a crise ultrapasse a esfera bilateral. A disputa também reflete diferentes visões sobre o posicionamento internacional da América do Sul em um cenário de crescente competição entre Estados Unidos e China.
Os próximos dias poderão seguir diferentes caminhos. O primeiro é uma desescalada, caso ambos os governos optem por preservar a cooperação econômica e evitar novos ataques públicos. O segundo é uma crise diplomática prolongada, marcada por novas convocações de embaixadores e congelamento do diálogo político de alto nível. Um terceiro cenário, menos provável neste momento, envolveria medidas diplomáticas mais severas, caso as declarações avancem para novas acusações institucionais ou sejam acompanhadas por decisões governamentais concretas. Essas possibilidades representam cenários analíticos, não previsões.
Mais do que uma disputa entre dois presidentes, a crise revela como a polarização política passou a influenciar diretamente a política externa sul-americana. A questão central deixa de ser apenas quem está certo ou errado e passa a ser outra: até que ponto diferenças ideológicas entre governos podem comprometer uma parceria estratégica construída ao longo de décadas entre as duas maiores economias do Mercosul?
*Chester Benetton Pellegrini - Fundador do GownowApp Tecnologia conceitual que deu origem ao WhatsApp Business (Da META Platforms e WhatsApp INC.) avaliada em mais de R$ 11 bilhões* de reais pelo Sebrae Startups. Pesquisador Selecionado por Edital do Parque Tecnológico de Santos, Estado de São Paulo. República Federativa do Brasil, Américas. Inventor, Escritor e Compositor de Músicas Aposentado.
*Chester não é bilionário é só uma avaliação de mercado (valuation) de 2021. A tecnologia não está a venda atualmente. Há atualmente ums disputa no STJ sobre a cobrança dos Royalties da Tecnologia em andamento na Justiça Brasileira no valor de R$ 653,4 milhões de reais. Chester perdeu a ação em Primeira e Segunda Instância do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, mas cabe Recursos ao STJ e STF.
Artigo Blog Chester NEWS 04/06/2018 - Área Tema: Política Nacional.
Enquete política no Facebook
no grupo de Política Nacional “Comunidade Brasil” indica Bolsonaro com a
liderança de 44,17% e Lula em segundo com 31,67%. Amoêdo fica em terceiro com
6,67%, Ciro Gomes em quarto com 5,83% e Álvaro dias em quinto com 5% das
intenções de voto dos internautas do grupo de política. Intençõesde votos da enquete ficou disponível de
03.05.2018 até 04.06.2018.
Em um grupo de política nacional da rede
social chamada Facebook, o grupo “Comunidade Brasil” ativo desde a época do
Orkut que depois migrou para a nova rede social (atualmente com mais de 15.000
membros) com eleitores de vários espectros políticos foi feita uma enquete
completa com os 22 pré-candidatos a eleição presidencial em 2018.
A enquete ficou disponibilizada do dia
03.05.2018 até o dia 04.06.2018. E foi “upada” por vários dias para que vários
membros do grupo pudessem votar.
A pergunta feita era a seguinte:
“Eleições 2018 em que você votaria se as
eleições fossem hoje? (Tradicional Enquete da Comunidade Brasil) Regras da
Enquete: Apenas um voto por candidato. É possível mudar o voto com o passar do
tempo. A enquete será upada para que mais membros possam votar. A enquete não é
feita por nenhum grupo de pesquisas e serve apenas como entretenimento e
informação dos membros do grupo. As mesmas Regras da Comunidade Brasil valem
para esta enquete. Respeite as opiniões políticas e ideológicas dos adversários
e amigos. Contribua com seu voto.”
Obs: Esta não é uma
pesquisa eleitoral conforme as regras eleitorais mas apenas uma enquete
realizada num grupo de política nacional de uma rede social e pode não
representar estatisticamente os mesmos resultados que pesquisas de órgãos “oficiais”
de pesquisas. O grupo é formado por pessoas que gostam de política e podem não representar o restante da população em geral. É um recorte de um grupo específico de pessoas politizadas numa rede social ainda que formada por pessoas de vários espectros políticos.
[1]Paulo Eduardo Martins Pelegrini. Graduado emDireito
(Unoeste-2009)e pós-graduado emDireito Tributário (Instituto LFG-2012). Atualmente estuda uma
Pós-Graduação em Relações
internacionais (Faculdade Damásio/Devry 2016-2018).
Chester Martins Pelegrini (nome
de nascença) é escritor, pesquisador e inventor. É descendente de
judeus-portugueses, italianos e ingleses.
Segue como
crenças espirituais o Judaísmo Messiânico (Descendentes de Judeus que acreditam
que Jesus é o Messias) e o Espiritismo Kardecista.
Áreas de interesse nas seguintes áreas:
1. Economia; 2. Ciência
Política, Filosofia e Ética; 3. Relações
Internacionais (política internacional, história brasileira e mundial); 4. TeologiaAbraâmica (judaísmo,
cristianismo e islamismo) e escatologia; 5. Direito
Tributário, Internacional e Constitucional;
É autor dos seguintes livros publicados na Amazon BR:
Capitalismo
Trabalhista (Ideologia de
centro-esquerda) PELEGRINI, Chester Martins. Santos. São Paulo. 2013.
A Chave
de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final.
(1095-2355) (profecias bíblicas,
filosofia da religião e escatologia sobre o Juízo Final com comentários sobre
os livros do Gênesis e Apocalipse):
Criou até o momento 5 negócios baseados em tecnologia e
inovações próprias (Startups Tecnológicas) com propriedade registradas
(patentes e copyrights) das quais recebeu royalties (renda oriunda da
propriedade intelectual por empresas que utilizaram as inovações).
Criou até o momento 5 inovações na área de TI, um chamado Linkode® (pagamento via celular
com códigos de barras, o modelo de utilidade dá outra utilidade para os códigos
de barras, a ideia da patente já está sendo utilizada por vários bancos
nacionais), patente na qual foi depositada no INPI (Instituto Nacional de
Propriedade Industrial) em 2008 sob o número: MU 8803246-9. Desta inovação o autor não recebeu
royalties embora a ideia esteja sendo utilizada.
Atualmente
(2018) está criando e registrando a propriedade intelectual de mais duas
inovações, uma chamada pelo projeto de Infinite
Sun Energy patente sendo requerida no INPI relativa a uma tecnologia capaz
de transmitir eletricidade pelo ar sem a necessidade de fios condutores. Outra
está em processo de registro dos Direitos Autorais/Copyright relativo a uma
inovação na área do ensino.
O E-Book: União Pan-Americana (UPA) - Proposta de Unificação
Política, militar e econômica Americana aos moldes da UE - União Europeia a
partir da OEA - (Organização dos Estados Americanos) Lançamento 2020.
(Provavelmente na Amazon.br) http://uniaopanamericana.blogspot.com.br/
Artigo Chester NEWS. 30.05.2018. (Atualizado em 08.03.2021) Área Temática: Política Nacional, Direito Nacional. Escrito por Chester News[1]
Corrupção & Regresso ou Ordem &
Progresso?
Vemos a
polarização do bem e do mal em praticamente todos os lugares, dos filmes,
ficção, religiões, filosofia, artes, na vida cotidiana, na política e até em
nós mesmos que temos que controlar nossos impulsos negativos e destruidores e
os trocar por impulsos benéficos e construtivos.
Na Bíblia
judaico-cristã há um embate entre o bem e o mal, que culminaria no Juízo Final
do Apocalipse, onde forças do bem e do mal lutariam em uma guerra que ou
destruiria o mundo de vez ou iria surgir um novo mundo, onde somente os
escolhidos por Deus poderiam nascer ou renascer.
Para o bem ou
para o mal surgiu em 2014 a Operação Lava Jato (Car Wash em inglês) desencadeada
pela Polícia Federal do Brasil. Posteriormente o FBI, a Polícia Federal
americana juntamente com o Departamento de Justiça Americano disse que iria
cooperar com a Justiça Brasileira.
Isto levantou
suspeitas de que as investigações de corrupção na Petrobrás seriam na verdade
algo plantado pelos Estados Unidos da América para desestabilizar o Brasil. Com
os escândalos descobertos e revelados pelo Wikileaks, a Agência NSA teria
espionado diversos presidentes dos países aliados, entre eles a Petrobrás, o
Governo Dilma e o Governo Angela Merkel da Alemanha. Tanto o Brasil quanto a
Alemanha agiram em conjunto na ONU para aprovar a privacidade digital como um direito
humano básico em resposta ao que ocorreu.
O fato é que é
muito suspeito, logo após grandes escândalos de espionagem americana justamente
na Petrobrás e Governo Dilma surgir uma grande operação policial e
investigatória nos mesmos alvos dos grampos da NSA.
Muitos
partidários de esquerda acusaram os EUA de estar por trás do suposto “Golpe
parlamentar” para retirar a Dilma e colocar o Temer. O Wikileaks, o grande
fofoqueiro da internet, revelou também que a CIA citou nominalmente o Juiz
Sérgio Moro em um de seus memorandos, e também que o Temer já teria ligações
com a CIA. Todos sabem que a CIA não perde tempo citando nomes atoa em seus relatórios.
Eles só citam nomes, instalações, partidos e demais informações chaves que são
estratégicos para o Governo Americano.
Se os EUA de
fato têm ligações com a “suposta” traição de Temer, e ainda se deram suporte a
Operação Lava Jato só se saberá ao certo daqui a muitas décadas.
No plano
internacional após 2010 com a alta das commodities impulsionada pelo grande
crescimento chinês, a economia dos BRICS subiram as alturas, principalmente com
o preço do barril de petróleo também alto.
Quem acompanha
de perto a política internacional percebeu que pós os anos 2010, os EUA e União
Europeia “declararam” uma guerra “não declarada” aos BRICS. Essa inserção dos
BRICS incomodou os velhos donos do poder. Em relação ao Brasil podemos dizer
que grande parte da instabilidade política foi apoiada por meios de comunicação
que já mostraram no passado terem ligações com os EUA. Setores do judiciário e
da polícia federal também vão regularmente fazer cursos nos EUA sobre as
melhores práticas judiciárias.
Nestes
encontros de juízes e policiais federais brasileiros nos Estados Unidos não dá
para saber quais as ligações que eles podem ter com agentes da CIA. Na verdade
eles podem ser usados ou manipulados sem ter até mesmo um contato formal. Não é
necessário que um agente venha formalmente para o Juiz Sérgio Moro, igual nos
filmes do 007 (James Bond) e diga: “-Sou da CIA, vou te recrutar para
desestabilizar o Brasil e os livrar dos comunistas do PT”.
De fato esses
simples cursos que juízes, policiais e militares vão nos EUA realizar criam
contatos e network e ninguém sabe os laços de amizade e como eles podem ser
usados posteriormente.
Na verdade os
EUA através da OEA (Organização dos Estados Americanos) pressionou o Brasil a
aprovar a LEI Nº 12.850, DE 2 DE AGOSTO DE 2013, a Nova Lei da delação premiada
ainda em 2013 no Governo Dilma, da qual a Lava Jato não teria existido.
Os Estados Unidos
já interviram fortemente na América Latina no passado, e nada indica que o
pararam de fazer nos Governos atuais. Apesar do Brasil e resto da América
Latina não ser prioridade da agenda oficial dos governos americanos, isto não
quer dizer que os EUA não comandem grandes esforços para saber e até controlar
o que está acontecendo na região que é muito próxima a eles e de vital
importância estratégica para a própria segurança dos EUA.
Em relação aos
BRICS, não há uma declaração formal do tipo: “Otan declara guerra aos BRICS”,
ninguém verá isso em lugar algum. Mas se vermos as ações dos EUA e União
Europeia elas foram agressivas com todos os BRICS. Em relação ao Brasil houve o
caso de espionagem e posteriormente apoio a Operação Lava Jato, seja do FBI,
seja concedendo provas para a Justiça Brasileira, fora o apoio da mídia com
ligações com os americanos.
Em relação a
Rússia a OTAN deslocou tropas, equipamentos e regimentos inteiros para perto da
Rússia, além dos EUA e UE terem embargado a economia russa, com claro objetivo
de enfraquecimento de sua economia, já que os russos estavam tendo ambições de
reviver sua glória do passado com uma grande reestruturação e modernização de
suas forças armadas.
Ao abater sua
economia os esforços militares russos podem naufragar. Em relação à China, os
EUA tentaram desestabilizar a região fomentando através de suas agências
privadas o que ficou conhecido como “protesto dos guarda-chuvas” em Taiwan,
além de alguns investidores americanos de Wall Street terem tentado
desestabilizar o mercado financeiro chinês, para estourar uma possível bolha
imobiliária e financeira que estaria em curso na China, para que o país
deixasse de crescer a altas taxas, o que estava incomodando a Europa e EUA.
Dos BRICS, há
indícios de que os EUA, UE e OTAN trabalharam para desestabilizar ao menos a
China, Rússia e o Brasil, criando inclusive intrigas no bloco. Os EUA tentaram
reavivar antigas rivalidades entre a China e a Índia oferecendo parcerias em
relação à Índia para tentar destruir a coesão do bloco. Parece que a tática é
dividir os BRICS, tentando tirar pelo menos o Brasil e a Índia do bloco. Já a
China e Rússia continuam fortes aliados, unidos como carne e unha.
Na questão
interna, a Operação Lava Jato por sua imensidão política, com mais de 50 congressistas
investigados foi um fator de desestabilização política no nosso país desde
2014. Nunca a mídia tinha se concentrado tanto em uma única operação da polícia
federal e por tanto tempo. Combater a corrupção é algo louvável, ocorre que
parar um país todo por causa disso não é a melhor forma de combate a corrupção.
A Operação
contou com muito apoio popular em seu início. Petistas a acusavam de
parcialidade por só investigar petistas. Mas em tempos recentes desdobramentos
destas investigações chegaram ao Temer do PMDB e no presidente do PSDB e antigo
candidato a presidência da República Aécio Neves. Talvez com o objetivo de
incriminar o ex-presidente Lula a Lava Jato e os americanos se deram conta de
que teria que rifar alguém da oposição para dar um ar de mais credibilidade à
operação.
No começo dizia
que o ex-presidente Lula seria uma espécie de Al Capone moderno (chefe da
máfia). Depois de tantas investigações, depois de virar a vida do ex-presidente
de cabeça para baixo, encontraram apenas um apartamento no Guarujá, litoral de
São Paulo e um sítio no interior do mesmo Estado.
Do ponto de
vista jurídico ele pode até ser culpado dos crimes que é acusado, mas do ponto
político perto de provas de políticos de outros partidos que roubaram milhões e
bilhões, aos olhos do povo ele praticamente está quase para ser inocentado.
Num país que
políticos são descobertos com 200 milhões de reais em suas contas, ter um
apartamento e um sítio de lazer não faz do ex-presidente Lula um comandante de
quadrilha internacional.
Há certo clima
de frustração entre a Lava Jato que é muito perceptível. Acusaram um
ex-presidente de ser um criminoso em série. A ex-primeira dama Marisa veio até o
óbito, talvez pelo stress da exposição pública e acusações até agora não
provadas de forma consistente.
Com o Aécio
prestes a ser preso, os militantes de direita também estão num mal estar. A
diferença é que muitos que se sentiram enganados também pela direita querem a
prisão caso ele seja culpado. Os de esquerda apesar de o ex-presidente ser
aparentemente culpado, querem sua “inocência política” pelo fato de não terem
encontrado nada de relevante apesar de várias horas de depoimentos, alguns até
meio forçados para que as pessoas denunciassem e chegassem ao “líder maior”.
Muitos
brasileiros estão vendo agora por perspectiva que foram manipulados, seja pela
esquerda ou pela direita, seja pela Lava Jato, o fato é que esta década de 2010
a 2020 está sendo devido às crises econômica e política uma espécie de “nova
década perdida”.
Em três anos
de crise econômica seguida, seguida por uma indefinição política com a possível
saída de Temer por estar também envolvido em supostos crimes de corrupção, a
indefinição das eleições de 2018 a possível antecipação ou ainda o stress de
uma eleição indireta que muitos dizem serem ilegítimas apesar de serem
constitucionais, mostra que o tempo está fechando ainda mais ao invés de estar
abrindo.
Em resumo, não
sabemos se a Lava Jato é apenas uma operação de combate à corrupção, ou é um
meio de desestabilização política do país a mando dos EUA e UE, não sabemos se
a OTAN declarou guerra aos BRICS, até porque parte da diplomacia e da política
internacional são feitas a portas fechadas, até porque algumas declarações não
soariam muito bem. Talvez o Trump teria coragem de falar:
“-Estamos
declarando que vamos destruir os BRICS”.
Como ele é
bocudo talvez ele fale isso abertamente, talvez continue os objetivos em suas “cartas
de War” em que só saberemos os objetivos de cada um ao final do jogo.
Em relação ao
futuro do Brasil, se veremos um país melhor surgir fica a dúvida, ou se veremos
ressurgir um velho país, corrupto, atrasado, e recolonizado, sem independência
e dependente dos EUA e UE. Só o futuro dirá quais correlações de forças
internas e externas irá prevalecer, o fato é que brincar de BRICS só mostrou
que ainda somos um país americano, e mesmo sem um pronunciamento os EUA, eles
são capazes de nos tornar uma república de bananas, onde presidentes são
trocados como se fossem peças de xadrez, apenas manipulando algumas peças
chaves do judiciário, polícia federal, forças armadas e mídia.
Na luta entre
o bem o mal verá o que restará pós-operação Lava Jato, um país da “Corrupção
& Regresso” ou prevalecerá nosso lema do estandarte “Ordem & Progresso”.
Se depender dos EUA e dos nossos políticos, continuaremos uma “Banana Republic”, corrupta, atrasada,
colonizada e sem independência, se depender da garra dos verdadeiros patriotas
que ainda restam no país, poderíamos ser o Brasil potência tão sonhado e
próximo que o Governo Lula nos deixou em meados de 2010, que naquela época
tinha prestígio internacional e estava caminhando para se tornar a 5ª maior
economia mundial.
Vídeo de 08.03.2021 (Sobre a Anulação de toda Lava Jato pelo Ministro do STF Fachin).
[1]Paulo Eduardo Martins Pelegrini. Graduado emDireito (Unoeste-2009)e pós-graduado emDireito Tributário
(Instituto LFG-2012). Atualmente
estuda uma Pós-Graduação em Relações
internacionais (Faculdade Damásio/Devry 2016-2018). Estuda atualmente para
concurso público na carreira de Diplomata (Itamaraty/Ministério das Relações
Exteriores).
Chester (nome de nascença) é
escritor, pesquisador, inventor por hobby e estudante para concursos. É
descendente de judeus-portugueses, italianos e ingleses. Segue o judaísmo
messiânico e o espiritismo.
Áreas
de interesse nas seguintes áreas:
1. Economia; 2. Ciência
Política, Filosofia e Ética; 3. Relações
Internacionais (política internacional, história brasileira e mundial); 4. TeologiaAbraâmica (judaísmo,
cristianismo e islamismo) e escatologia; 5. Direito
Tributário, Internacional e Constitucional;
É autor dos seguintes livros:
Capitalismo Trabalhista
(Ideologia de centro-esquerda) PELEGRINI, Chester Martins. Santos. São Paulo.
2013.
A Chave
de Davi o Deus de Abraão. O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final.
(1095-2355) (profecias bíblicas,
filosofia da religião e escatologia sobre o Juízo Final com comentários sobre
os livros do Gênesis e Apocalipse):
Criou três negócios baseados em tecnologia e inovações
próprias (Startup´s) com propriedade registradas (patentes e copyrights) das
quais recebeu royalties (renda oriunda da propriedade intelectual por empresas
que utilizaram as inovações).
Criou três inovações na área de TI, um chamado Linkode® (pagamento via celular
com códigos de barras, o modelo de utilidade dá outra utilidade para os códigos
de barras, a ideia da patente já está sendo utilizada por vários bancos
nacionais), patente na qual foi depositada no INPI (Instituto Nacional de
Propriedade Industrial) em 2008 sob o número: MU 8803246-9. Desta inovação o autor não recebeu
royalties embora a ideia esteja sendo utilizada.
Atualmente o autor escreve os livros: O DESAFIO DO SÉCULO XXI
– GOVERNO ÚNICO MUNDIAL - FEDERALISMO MUNDIAL: UTOPIA, PROJETO POLÍTICO, NOVO
RECOMEÇO OU DESTRUIÇÃO TOTAL? Introdução disponível em: http://governofederalistamundial.blogspot.com.br/. (Lançamento provável Amazon 2019)
O E-Book: União Pan-Americana (UPA) - Proposta de Unificação
Política, militar e econômica Americana aos moldes da UE - União Europeia a
partir da OEA - (Organização dos Estados Americanos) Lançamento 2020.
(Provavelmente na Amazon.br.) http://uniaopanamericana.blogspot.com.br/